O Ministério dos Transportes anunciou um plano plurianual de concessões para 2026, com investimentos previstos de R$ 288 bilhões. Destes, R$ 148 bilhões serão destinados para projetos rodoviários e R$ 140 bilhões para ferrovias. A expectativa é realizar 21 leilões ao longo do ano, sendo 13 rodoviários e oito ferroviários. Esses projetos abrangem diversas regiões do país, com o objetivo de impulsionar o desenvolvimento da infraestrutura nacional.
O banco BTG Pactual destaca que empresas como Motiva (MOTV3; ex-CCR) e Ecorodovias (ECOR3) estão em posição favorável devido à quantidade de projetos disponíveis. A diversidade de projetos permite maior seleção e estratégia por parte das companhias. A Motiva foca em ativos maduros, priorizando corredores de alta qualidade em São Paulo e no Paraná, regiões consideradas de menor risco. Enquanto isso, a Ecorodovias está de olho em projetos como o Rotas Gerais, com previsão de leilão em março de 2026.
Tanto a Motiva quanto a Ecorodovias estão alinhadas com as discussões regulatórias, buscando oportunidades de crescimento e novos investimentos. A Motiva encara o pipeline federal de 2026 como uma oportunidade para consolidar sua presença em corredores estratégicos, enquanto a Ecorodovias planeja expandir seu portfólio em projetos como o Rotas Gerais, visando uma taxa interna de retorno de 14%.
O pipeline de concessões para 2026 indica uma tendência de aumento no número de concorrentes no setor, impulsionada pela padronização dos contratos e pelo arcabouço regulatório mais maduro. A entrada de fundos globais de infraestrutura e operadores regionais também é esperada, o que deve contribuir para a competitividade e diversificação do mercado. O Bradesco BBI vê com bons olhos a perspectiva para empresas como Motiva e Ecorodovias, destacando o impulso do governo federal e o cenário regulatório favorável para o setor.
Com investimentos significativos previstos para o setor rodoviário e ferroviário em 2026, empresas como Motiva e Ecorodovias estão se preparando para explorar as oportunidades que surgem com a expansão da infraestrutura nacional. A competitividade promete aumentar, impulsionada por uma série de novos projetos e uma agenda regulatória positiva. O cenário para o próximo ano parece promissor, com expectativas de crescimento e desenvolvimento no setor de concessões de infraestrutura.
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