Mudança na liderança da Vivara impulsiona ações (VIVA3) em alta de 3,45% e agrada investidores; saiba mais

Mudanças no comando da Vivara impulsionam ações em 3,45%

A rede de joalherias Vivara (VIVA3) anunciou a troca de comando na última quinta-feira (11), com Thiago Lima Borges assumindo como CEO e Cassiano Lemos da Cunha como novo COO. A mudança, planejada pelo conselho nos últimos meses, foi bem recebida pelo mercado, refletindo em um aumento de 3,45% nas ações da empresa, que fecharam a R$ 35,38.

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Repercussão positiva no mercado financeiro

O JPMorgan avaliou a decisão como positiva, destacando a experiência no varejo dos novos executivos e a potencial melhora na capacidade de execução da companhia. Além disso, a mudança na gestão, que levantava preocupações de governança, parece caminhar para uma conclusão, segundo o banco.

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Experiência robusta e histórico consistente

Borges, com 20 anos de experiência no varejo, passou por empresas como SmartFit e Arezzo, enquanto Lemos possui experiência na Richards e Arezzo, com foco na eficiência de estoques, um ponto importante para o investimento na Vivara.

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Avaliações dos principais bancos

Tanto a XP Investimentos quanto o Bradesco BBI consideraram de forma positiva a nomeação dos novos executivos, ressaltando a experiência e histórico consistentes de Borges e Lemos. O Goldman Sachs também enxerga contribuições significativas dos executivos para a Vivara, especialmente no gerenciamento de estoques e na expansão da marca Life.

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Recomendações e projeções

Com a ação sendo negociada a 9,7 vezes o lucro estimado para 2026, o JPMorgan reiterou a recomendação de 'overweight' (compra), estabelecendo um preço-alvo de R$ 36. O Goldman Sachs e XP Investimentos mantiveram a recomendação de compra, com preços-alvo de R$ 38 e R$ 36, respectivamente. Já o Bradesco BBI optou por manter a recomendação neutra, aguardando sinais de execução e estabilidade na gestão para reavaliar as perspectivas.

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Perspectivas para a Vivara

Com a chegada dos novos executivos, a Vivara inicia uma nova fase estratégica em 2025, focando em governança e alinhamento com minoritários. A expectativa é que Borges e Lemos conduzam a empresa de forma a reduzir a atuação dos controladores, concentrando-se no Conselho e permitindo uma gestão mais eficiente e alinhada com as demandas do mercado.

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