Moraes sanciona e Trump decreta: o dia de reviravoltas que impulsionou o Ibovespa em 0,95%

Ibovespa fecha em alta de 0,95% após dia movimentado

O mercado financeiro teve um dia agitado e cheio de surpresas nesta quarta-feira (30). O Ibovespa encerrou o dia com uma forte alta de 0,95%, atingindo os 133.990 pontos, após oscilar entre ganhos e perdas ao longo da sessão. No cenário internacional, a economia na Europa superou as expectativas no segundo trimestre de 2025, enquanto nos Estados Unidos, apesar do PIB positivo, os índices fecharam no vermelho.

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Decisões nos EUA afetam o mercado brasileiro

Nos Estados Unidos, o Federal Reserve manteve as taxas de juros inalteradas, trazendo otimismo aos investidores, mas sem sinalizar cortes no momento. Enquanto isso, o governo americano aplicou sanções a Alexandre de Moraes, do STF, o que inicialmente provocou uma alta no dólar, porém, com a divulgação da ordem executiva de Trump impondo tarifas de 50% sobre bens importados do Brasil, a moeda norte-americana teve um movimento de alta e queda ao longo do dia.

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Repercussões no mercado brasileiro

No Brasil, o mercado também foi impactado pelas decisões dos EUA. O Tesouro americano sancionou Moraes, alegando "caça às bruxas ilegal" contra cidadãos e empresas dos EUA e do Brasil. A assinatura da ordem de Trump elevando as tarifas a bens importados para 50% gerou incertezas, mas as exceções na lista trouxeram alívio para o mercado, impulsionando empresas como a Embraer, que registrou uma valorização de 10,93%.

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Variações no mercado de ações

Entre as empresas brasileiras, o Santander iniciou a temporada de balanços do segundo trimestre com números decepcionantes, mas encerrou o dia com alta de 0,87%. O Bradesco, que teve uma expectativa positiva para o trimestre, subiu 1,62%, enquanto o BB caiu 0,25%. A Vale teve uma queda de 1,79%, mas a Petrobras registrou uma alta de 1,02%, impulsionada pelas exceções das tarifas de Trump.

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Futuro incerto e decisões do Banco Central

Apesar do cenário favorável no fechamento do mercado, ainda há incertezas em relação à resposta do Brasil às medidas dos EUA. Pedro Moreira, analista da One Investimentos, destaca que as exceções trazem alívio para alguns setores, mas ressalta a incerteza que ainda persiste. Além disso, o Banco Central do Brasil anunciará sua decisão de política monetária, com expectativas de manutenção da Selic em 15% ao ano, a maior taxa em quase duas décadas.

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Com diversos acontecimentos impactando os mercados globais e locais, os investidores seguem atentos às notícias e aos desdobramentos econômicos e políticos que podem influenciar as operações nos próximos dias.

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