Na última sessão, os contratos de minidólar (WDOV25) com vencimento em outubro fecharam em baixa de 0,81%, a 5.370,5 pontos. Esse movimento foi influenciado pela expectativa de cortes de juros nos EUA e pela manutenção da Selic em 15%, tornando o real mais atraente. Além disso, fatores internos como a condenação de Jair Bolsonaro pelo STF e a avaliação positiva do governo Lula também impactaram o mercado.
Os traders do dólar têm a próxima semana marcada pelas reuniões do Fed e do Copom, com a possibilidade de valorização do real caso haja confirmação de corte nos EUA. Entretanto, o risco de retaliações políticas americanas mantém a volatilidade como uma possibilidade nos pregões.
No curto prazo, o minidólar encerrou em queda, negociando abaixo das médias de 9 e 21 períodos, confirmando um fluxo vendedor. Para reverter esse cenário, é necessário romper a resistência em 5.380/5.388 pontos. Perder o suporte em 5.363,5/5.352 pode intensificar a pressão baixista.
Já no gráfico diário, o contrato renovou a mínima de 2025 em 5.363,5 pontos, mantendo uma leitura negativa. A retomada de uma trajetória positiva exigiria romper a região de 5.400/5.431,5 pontos. O IFR diário está próximo da região de sobrevenda, sem sinal de reversão até o momento.
Em relação ao gráfico de 60 minutos, o minidólar segue sob pressão vendedora, negociando abaixo das médias de 9 e 21 períodos. Para uma reação positiva, seria necessário romper a região de 5.380/5.399 pontos. Em contrapartida, a perda do suporte em 5.363,5/5.345 pontos pode intensificar o movimento de baixa.
O mercado permanece atento às decisões do Fed e Copom, com potencial impacto nas cotações do minidólar nas próximas semanas. A expectativa de novidades nessas reuniões pode gerar movimentos significativos no mercado financeiro, especialmente no que diz respeito à valorização do real frente ao dólar.
Com base nas análises técnicas e nos eventos esperados para a próxima semana, os traders permanecem atentos aos desdobramentos do mercado de minidólar. A combinação de fatores internos e externos pode influenciar as cotações da moeda, tornando imprescindível uma abordagem cautelosa e estratégica para lidar com a volatilidade e as possíveis oportunidades de negociação que surgirem.
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