Os contratos de minidólar (WDOV25) encerraram a última sessão em baixa de 1,15%, cotados a 5.285 pontos. A queda foi influenciada pelo discurso de aproximação entre Donald Trump e Lula na ONU, o que reduziu temores de novas sanções dos EUA contra o Brasil.
A ata do Copom confirmou o fim do ciclo de alta da Selic, mantendo a taxa em 15% por um período prolongado. Essa decisão reforça a atratividade do real diante do corte de juros nos EUA. Os próximos passos da política monetária e o encontro entre Trump e Lula seguem como fatores de atenção para os traders de dólar.
No intraday, o minidólar fechou abaixo das médias de 9 e 21 períodos, consolidando a pressão vendedora. Para retomar a alta, será necessário romper a resistência em 5.292/5.305,5. Por outro lado, a perda do suporte em 5.284,5/5.278 pode intensificar o fluxo vendedor em direção a 5.268/5.259.
No gráfico diário, a leitura reforça a fraqueza do contrato de minidólar. Caso a faixa de 5.284,5 pontos seja rompida, o movimento de baixa pode ganhar mais força, com alvos em 5.240/5.171. Para uma recuperação consistente, será necessário romper a região de 5.354,5/5.376.
No horizonte de 60 minutos, o contrato de minidólar confirmou o movimento negativo, operando abaixo das médias de 9 e 21 períodos. Para uma reação positiva, será fundamental romper a resistência em 5.292/5.305,5. Caso contrário, a perda do suporte em 5.284,5/5.278 tende a intensificar o fluxo vendedor.
O analista Rodrigo Paz destaca a importância dos pontos de suporte e resistência, das médias móveis e do índice de força relativa (IFR) na análise técnica do minidólar. A tendência principal segue sendo de baixa, com possibilidade de repiques de curto prazo, mas é fundamental acompanhar de perto a evolução dos fatores políticos e econômicos que influenciam o mercado.
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