Os contratos de minidólar (WDOG26) com vencimento em fevereiro encerraram a última sessão com uma leve alta de 0,01%, chegando a 5.387,5 pontos. O dólar teve queda devido ao anúncio de Donald Trump sobre tarifas a países europeus, gerando tensões comerciais que levaram investidores a buscar moedas mais fortes.
No mercado doméstico, a falta de gatilhos relevantes levou o câmbio a oscilar por fluxo e ajuste técnico. A atuação do Banco Central com swaps ajudou na organização do mercado, enquanto traders operaram de forma curta e defensiva, atentos às tensões comerciais internacionais e à normalização da liquidez.
No gráfico de 15 minutos, os contratos fecharam com leve alta, mantendo-se acima das médias móveis de 9 e 21 períodos. Para sustentar a alta, é necessário um volume comprador que rompa a zona de resistência em 5.389/5.400 pontos. Já a perda do suporte em 5.378,5/5.369 pontos pode intensificar a queda em direção a 5.360/5.350 pontos.
No gráfico diário, o minidólar encerrou próximo da estabilidade, indicando um cenário indefinido. Para impulsionar a compra, é preciso superar a região de resistência em 5.434/5.452 pontos. Por outro lado, a perda da faixa de suporte em 5.362,5/5.360 pontos aumenta o risco de retomada do movimento de baixa.
No gráfico de 60 minutos, o minidólar fechou com um pequeno avanço e segue negociando acima das médias móveis de 9 e 21 períodos. Para manter uma tendência de alta consistente, é necessário romper a região de resistência em 5.400/5.425,5 pontos. Além disso, a perda do suporte em 5.369/5.360 pontos pode acelerar a tendência de baixa.
Diante desse cenário, traders estão atentos aos movimentos do mercado internacional e aos níveis técnicos do minidólar para tomar decisões estratégicas. A instabilidade causada por questões comerciais globais pode continuar a influenciar a volatilidade da moeda no curto prazo.
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