A cautela dominou os mercados, com o Ibovespa fechando em queda, refletindo as tensões comerciais entre Brasil e Estados Unidos. O índice encerrou aos 133.525 pontos, pressionado pelo temor das novas tarifas americanas sobre produtos brasileiros. Internamente, o IPCA-15 de julho veio levemente acima do esperado, mas com arrefecimento nos núcleos de inflação. Enquanto isso, os juros futuros oscilaram com o avanço do dólar e a expectativa de manutenção da Selic pelo Copom.
Para o mini-índice (WINQ25), o dia foi marcado por movimentos laterais sensíveis à rotação entre notícias geopolíticas e indicadores locais. A liquidez permaneceu reduzida, testando máximas e mínimas com amplitude limitada, refletindo a falta de direcionalidade clara. Os contratos, com vencimento em agosto, fecharam a última sessão com queda de 0.23%, aos 134.203 pontos, marcando a segunda baixa consecutiva.
No intraday, o WINQ25 fechou em queda, negociando abaixo das médias de 9 e 21 períodos, indicando domínio vendedor. Para ampliar o movimento de baixa, seria necessário um fluxo vendedor capaz de romper a faixa de suporte em 134.200/134.040. Enquanto a resistência em 134.375/134.690 pode indicar uma retomada de alta, com possíveis alvos em 134.910/135.195.
No cenário diário, o mini-índice permanece abaixo da média de 200 períodos, indicando resistência técnica em 136.820 pontos. A reversão positiva exigiria superar a zona de resistência entre 135.555/136.820, com possíveis alvos em 138.255/138.875. Por outro lado, o fluxo de baixa poderia levar o índice a testar 131.920 pontos.
O gráfico de 60 minutos do WINQ25 indica continuidade do viés baixista, fechando abaixo das médias de 9 e 21 períodos. Para manter esse fluxo, seria necessário romper a faixa de suporte em 134.040/133.445, com possíveis alvos em 132.585/131.820. Já para retomar a alta, o índice precisaria superar a região de resistência em 134.385/134.665 e em seguida alcançar 134.860/135.445.
Em meio às incertezas do mercado, os traders permanecem atentos às notícias vindas de Washington e Brasília, buscando encontrar oportunidades nos movimentos do mini-índice. A oscilação entre risco e busca por oportunidades técnicas é uma constante nesse contexto volátil.
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