Minha Casa Minha Vida e liquidez maior: o que esperar para MNDE3 após oferta de ações

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Analistas seguem otimistas com ações após follow-on

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Lara Rizério

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04/03/2026 10h09 •

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Foto: Divulgação/Moura Dubeux

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O governo federal propôs formalmente uma ampla expansão do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV), elevando o teto máximo de renda familiar na faixa mais alta de R$ 12 mil para R$ 13 mil, além de aumentar os limites de preço dos imóveis em todos os segmentos.

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A renda do Grupo 1 subirá de R$ 2.850 para R$ 3.200, com a continuidade do subsídio integral, enquanto os limites de preço dos imóveis do Grupo 3 serão aumentados de R$ 350 mil para R$ 400 mil.

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Na modalidade para a classe média, lançada em 2024 com um aporte de R$ 15 bilhões, o valor máximo dos imóveis subirá de R$ 500 mil para R$ 600 mil, reforçando o esforço do governo para desbloquear a demanda por moradia em meio às altas taxas de juros e à restrição de financiamento baseado em poupança.

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As medidas visam facilitar as condições de financiamento para a classe média, reduzir a pressão sobre os recursos tradicionais de poupança individual (SBPE) e apoiar o crescimento do crédito imobiliário, com um impacto positivo para as construtoras expostas a volumes de financiamento do Grupo 3 e superiores, especialmente em ano eleitoral.

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“As alterações propostas ao programa de financiamento imobiliário devem ser apoiadas por um envelope de financiamento maior do FGTS, reduzindo a dependência de poupança individual em meio a taxas elevadas e favorecendo as construtoras expostas a volumes superiores de financiamento imobiliário, aguardando a aprovação do Conselho do FGTS”, aponta o Bradesco BBI.

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O BBI, por sinal, atualizou as suas estimativas para a Moura Dubeux (MDNE3) após a oferta subsequente (follow-on) de R$ 500 milhões da empresa a partir de janeiro de 2026. Os recursos da oferta devem ser destinados principalmente ao fortalecimento do balanço patrimonial, suporte ao aumento da marca Única (MCMV) e distribuições de dividendos (rendimento de 7% em 2026 já anunciado).

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“Em nossa visão, no entanto, o impacto mais relevante na história das ações é a melhora material na liquidez das ações: o volume médio diário de negociação (ADTV) dobrou para cerca de R$ 40 milhões após a oferta, ampliando a visibilidade da ação tanto entre investidores nacionais quanto internacionais e, por sua vez, apoiando potenciais entradas e reavaliações de múltiplos”, aponta.

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Além disso, a expansão do MCMV é o principal impulso pós-oferta e a execução parece gerenciável. Apesar do forte aumento esperado em suas operações de baixa renda, que provavelmente atingirão R$ 1,5 bilhão em 2027, a partir de R$ 300 milhões em 2025, vemos o risco de execução como limitado devido a três fatores principais: (i) um cronograma interno de lançamento de aproximadamente R$ 2 bilhões (R$ 500 milhões em 2026 e R$ 1,5 bilhão em 2027); (ii) uma parceria estabelecida com a Direcional para desenvolvimentos conjuntos, fornecendo uma camada adicional de execução para projetos selecionados (não obrigatório); e (iii) o uso de métodos de construção de forma de alumínio já implantados em operações de média renda (marca Mood), que entregaram cerca de R$ 200 milhões em lançamentos em 2025.

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O BBI reiterou recomendação de compra e um novo preço-alvo para 2026 de R$ 40 para R$ 47 por ação.

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Embora a ação tenha subido 152% nos últimos 12 meses e 12% no acumulado deste ano – contra o ganho de 13% do Ibovespa – ainda vê o valuation atraente com ao redor de 5,3x o múltiplo P/L (preço sobre lucro) para 2026 e 1,1 vez o P/VP (preço sobre valor patrimonial), o que mantém a ação MDNE3 como uma das suas escolhas preferidas no setor de construção, principalmente entre os pares de renda média/alta.

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As novas estimativas de lucro líquido de R$ 605 milhões em 2026 (ROE, ou retorno sobre o patrimônio líquido, de 26%) e R$ 648 milhões em 2027 —2% menor e 2% maior em relação as nossas estimativas anteriores, respectivamente —, refletem um aumento nos lançamentos de R$ 1 bilhão/ano a partir de 2027, mantendo R$ 5 bilhões de VGV (valor Geral de Vendas)/ano, compostos por R$ 2,5 bilhões de projetos de condomínios, R$ 1 bilhão da Mood e R$ 1,5 bilhão da Única em uma taxa estável (a partir de 2027). Estamos 13% e 8% acima do consenso nas estimativas de lucros para os anos 2026 e 2027, respectivamente.

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O BTG Pactual retomou a cobertura de Moura Dubeux após a conclusão da oferta subsequente de ações, incorporando novo cenário macroeconômico, aumento de capital de R$ 483 milhões, resultados operacionais do 4T25 e guidance de lançamentos entre R$ 4,5 bilhões e R$5,5 bilhões. O banco tem preço-alvo para 12 meses foi definido em R$44 por ação, implicando potencial de valorização de 43% e recomendação de compra.

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Os analistas também ressaltam que a companhia pretende acelerar o crescimento no programa MCMV, especialmente na faixa 3, por meio da marca Ún1ca. A estratégia se baseia na elevada demanda por moradias de baixa renda no Nordeste, oferta limitada e competição reduzida de empresas menores.

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“No segmento de alta renda, a companhia atua principalmente por meio do modelo de condomínio, sendo remunerada por taxas de construção. As estimativas foram elevadas em 18%, refletindo expectativa de crescimento apoiado pelo capital captado, mantendo alavancagem inferior a 15% Dívida Líquida/Patrimônio”, avalia.

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O Itaú BBA também revisou suas estimativas para a MDNE para refletir os recentes projetos de condomínios de grande porte programados para 2026 e os planos de crescimento operacional no resiliente segmento de baixa renda.

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Embora esteja reduzindo o LPA (lucro por ação) em 2% e 8% em 2026E e 2027, respectivamente, o P/L (ajustado pelo VP dos dividendos) está em um patamar atraente de 5,4x e 4,4x, aponta.

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As ações subiram 32% no acumulado do ano e são negociadas a aproximadamente 1,5x o P/VP atual, mas ainda vê um potencial de valorização de 40% para o nosso preço-alvo de 1 ano de R$ 43/ação, impulsionado pela expansão operacional e pelos altos ROEs de aproximadamente 25%, reafirmando recomendação de Desempenho Superior e posicionando a MDNE como uma de nossas melhores ideias de ações no setor imobiliário.

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Após seu IPO em 2020, a incorporadora MDNE, sediada no Nordeste, aumentou os lançamentos em 47% ao ano, para R$ 4,6 bilhões em 2025, consolidando sua posição como a principal incorporadora da região, com uma participação de mercado de aproximadamente 25%.

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Esse crescimento foi impulsionado principalmente pelo segmento de alto padrão, apesar de um cenário macroeconômico desfavorável marcado pela alta das taxas de juros, sustentado por seu modelo de negócios de condomínios rentável e com baixo investimento em ativos, que elevou o ROE para 25%.

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“Em nossa visão, o ciclo de crescimento do segmento de alto padrão está praticamente concluído, mas um novo ciclo está se abrindo por meio da oportunidade do ‘oceano azul’ no mercado de habitação popular no Nordeste do Brasil”, avalia o BBA.

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Editora de mercados do InfoMoney, cobre temas que vão desde o mercado de ações ao ambiente econômico nacional e internacional, além de ficar bem de olho nos desdobramentos políticos e em seus efeitos para os investidores.

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