Mercado reage: Juros futuros em alta devido a IPCA, porém recuam com baixa da inflação nos EUA

Juros futuros sobem com IPCA pressionado, mas aliviam com queda da inflação nos EUA

No fechamento de ontem, as taxas dos DIs com vencimento até janeiro de 2028 apresentaram alta devido aos dados do IPCA, que indicaram uma inflação ainda pressionada no Brasil. Contudo, ao longo do dia, as taxas de prazos mais longos passaram para o território negativo após um indicador de preços nos EUA ter impactado os rendimentos dos Treasuries.

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A taxa do DI para janeiro de 2027 encerrou o dia em 14%, com alta de 4 pontos-base em relação à sessão anterior, enquanto o DI para janeiro de 2028 estava em 13,28%, contra 13,273% do ajuste anterior.

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No cenário internacional, o Índice de Preços ao Produtor (IPP) nos EUA apresentou uma queda de 0,1% em agosto, contrariando as expectativas de aumento. Essa surpresa levou os investidores a apostarem em um corte de juros pelo Federal Reserve na próxima semana, o que resultou em uma baixa firme nos rendimentos dos Treasuries e impactou as taxas dos DIs brasileiros, principalmente as de prazos mais longos.

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A deflação registrada no IPCA em agosto, com uma queda de 0,11%, contrastando com a alta de 0,26% de julho, preocupou os analistas. Apesar desse resultado, setores como serviços intensivos em mão de obra e núcleos de inflação apresentaram aumentos, o que sinaliza desafios para o controle da inflação no país. Com isso, a visão do Banco Central em relação a um possível corte da Selic ainda este ano torna-se incerta.

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Segundo especialistas, os dados do IPCA refletem um cenário desfavorável, o que inicialmente impulsionou as taxas dos DIs. Porém, a leitura inesperada do IPP nos EUA, indicando menor pressão inflacionária, reverteu esse quadro ao longo do dia.

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No mercado nacional, as expectativas se mantêm em relação à manutenção da Selic em 15% no próximo encontro do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. O julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal por tentativa de golpe também se mantém como fator de atenção, especialmente diante da possibilidade de aumento das sanções dos EUA contra o Brasil.

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