Mercado reage: Ibovespa Futuro recua depois de ganhos recentes, com investidores de olho em tarifas, Selic e resultados financeiros

Ibovespa Futuro em Baixa Após Alta na Véspera

O Ibovespa Futuro começou o dia em queda, refletindo a alta do índice à vista no dia anterior, além dos efeitos das tarifas impostas pelos Estados Unidos ao Brasil, com exceções anunciadas. A decisão do Banco Central de manter a Selic e os balanços corporativos também estão no radar dos investidores. No início da sessão, o contrato com vencimento em agosto estava em queda de 0,51%, aos 133.870 pontos.

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Impacto das Tarifas dos EUA e Decisão do BC

As tarifas de 50% impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros, com exceções em setores como aeronaves, energia e suco de laranja, continuam repercutindo no mercado. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou a decisão, afirmando que atenta contra a soberania nacional. Enquanto isso, o Banco Central interrompeu o ciclo de alta nos juros ao manter a Selic em 15% ao ano, antecipando uma manutenção da taxa por um período prolongado.

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Destaques da Agenda de Balanços

Na agenda de balanços desta quinta-feira, a Ambev (ABEV3), Bradesco (BBDC4), TIM (TIMS3), Vale (VALE3), CSN (CSNA3), Gerdau (GGBR4) e Marcopolo (POMO4) estão entre as empresas que divulgaram ou irão divulgar resultados e fazer teleconferências com analistas. Os investidores também acompanham os dados dos EUA sobre o índice de preços PCE e os pedidos de auxílio-desemprego após a decisão do Federal Reserve de manter os juros.

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Mercados Internacionais e Cotações

No mercado externo, o Dow Jones Futuro, S&P Futuro e Nasdaq Futuro registraram alta. O dólar à vista recuou para R$ 5,572 na venda, enquanto o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento também apresentou queda. Na Ásia-Pacífico, os mercados fecharam em baixa, enquanto na Europa operam em alta, impulsionados por lucros positivos de empresas. O petróleo se mantém estável, após ameaças dos EUA e sanções contra o Irã. As cotações do minério de ferro na China fecharam em queda.

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Conclusão

O mercado financeiro continua a repercutir as tarifas dos EUA sobre produtos brasileiros, a decisão do Banco Central de manter a Selic e os balanços corporativos. Nos mercados internacionais, os investidores acompanham os índices futuros nos EUA, as cotações de moedas e os desdobramentos geopolíticos. A agenda econômica e os resultados das empresas seguem em foco, guiando as movimentações nos mercados ao longo do dia.

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