Nesta quinta-feira, 6 de novembro, o Ibovespa Futuro apresenta queda, em um dia que se destaca pelos resultados corporativos, especialmente os números divulgados pela Petrobras após o fechamento. Além disso, o mercado reage à decisão do Copom (Comitê de Política Monetária) de manter a taxa Selic em 15,0%. Embora o comunicado tenha reconhecido alguma melhora nas perspectivas de inflação, não houve sinalização de cortes de juros, o que pode impactar os mercados.
Enquanto a Bolsa de Valores brasileira sofre baixa, nos Estados Unidos há uma leve recuperação. Os principais mercados acionários norte-americanos tentam subir, acompanhando notícias de que a Suprema Corte demonstrou ceticismo em relação aos amplos poderes tarifários de Donald Trump. Essa postura dos juízes sugere que o presidente pode ter excedido sua autoridade, o que gera incerteza para empresas e parceiros comerciais.
Em Belém, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa de reuniões com chefes de delegações que estão na capital paraense para a conferência climática das Nações Unidas, a COP30. Além disso, Lula tem encontros bilaterais com o príncipe William, do Reino Unido, acompanhado do primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, e com o presidente da França, Emmanuel Macron, entre outros compromissos.
No cenário nacional, o mercado está atento a um grande volume de resultados corporativos. Além da Petrobras, empresas como Cogna, Fleury, Assaí, Caixa Seguridade, Lojas Renner, Magazine Luiza, Suzano, Petrorecôncavo e SLC Agrícola estão anunciando seus números do terceiro trimestre nesta quinta-feira.
Na Europa, os principais índices acionários operam no vermelho, em contraste com os mercados asiáticos e norte-americanos. A preocupação com a alta avaliação do setor de tecnologia influencia essa tendência. Já na Ásia, as ações se recuperam após vendas recentes no setor de tecnologia.
Nos Estados Unidos, os índices futuros de Wall Street apontam para altas, com investidores atentos à tramitação na Suprema Corte sobre as tarifas comerciais impostas por Donald Trump. O Dow Jones Futuro cai 0,04%, o S&P Futuro sobe 0,05% e o Nasdaq Futuro avança 0,04%.
O preço do petróleo se mantém estável após dois dias de queda, com destaque para os cortes de preços da Arábia Saudita e o aumento nos estoques dos EUA. Já as cotações do minério de ferro na China fecharam em alta, impulsionadas pela queda nos embarques globais, apesar das preocupações com o excesso de oferta.
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