O Ibovespa iniciou a semana em território positivo, acompanhando o desempenho das bolsas internacionais. Por volta das 11h15, o índice subia 0,73%, atingindo 144.448,96 pontos, com um volume financeiro de R$4 bilhões. Após uma semana anterior com resultados favoráveis, a bolsa mantinha o viés otimista, revertendo a queda de 1,9% registrada no início do mês.
Os analistas do BB Investimentos projetam alta volatilidade para os próximos dias, com as dinâmicas do mercado internacional influenciando o apetite ao risco. Destaques incluem as relações comerciais entre Estados Unidos e China, bem como dados de inflação nos EUA. No cenário nacional, a agenda econômica é vista como menos intensa, com enfoque na divulgação dos resultados do terceiro trimestre pelas empresas.
Entre os destaques do mercado, a empresa Fleury (FLRY3) registrou queda de 4,3%, devido a incertezas sobre uma possível operação com a Rede D’Or. Enquanto isso, a Rede D’Or (RDOR3) apresentou um ganho de 1,42%. Já a Cogna (COGN3) teve um desempenho positivo, com alta de 5,1%, impulsionada por recomendações favoráveis de analistas do Bradesco BBI.
No setor varejista, C&A Modas (CEAB3) subiu 4,94%, impulsionada pela redução das taxas dos DI, enquanto a Lojas Renner (LREN3) teve um acréscimo de 1,62%. A Braskem (BRKM5) avançou 3,51% após a aprovação da manutenção da alíquota do Imposto de Importação para resinas produzidas pela empresa, até outubro de 2026.
Na área de energia e mineração, a Vale (VALE3) teve um aumento de 0,95%, apesar do enfraquecimento dos futuros do minério de ferro na China. Já a Petrobras (PETR4) registrou variação positiva de 0,03%, enquanto a Petrobras ON (PETR3) caiu 0,47%, em linha com a queda nos preços do petróleo no mercado internacional.
No setor financeiro, o Banco do Brasil (BBAS3) apresentou queda de 0,53%, enquanto Santander Brasil (SANB11), Bradesco (BBDC4) e Itaú Unibanco (ITUB4) tiveram uma performance positiva, com altas de 1,63%, 1,41% e 1,31%, respectivamente. A empresa Prio (PRIO3) se destacou negativamente, registrando uma queda de 1%.
Os investidores aguardam com expectativa os desdobramentos futuros, incluindo dados de produção e vendas da Vale no terceiro trimestre, assim como o relatório de produção e vendas da Petrobras, que será divulgado em breve. A semana promete agitação nos mercados, com a divulgação de balanços corporativos e dados econômicos relevantes previstos, tanto a nível nacional quanto internacional.
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