Lucro robusto da Petrobras não reflete em dividendo – analistas preveem desvalorização das ações

Petrobras Apresenta Resultados do 2º Trimestre de 2025

Ao divulgar os resultados do segundo trimestre de 2025, a Petrobras apresentou um Ebitda ajustado em US$ 10,2 bilhões, em linha com as expectativas do mercado. No entanto, o fluxo de caixa livre ficou abaixo do esperado, o que deve impactar os dividendos e a reação do mercado.

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Segundo analistas do Itaú BBA, o resultado foi influenciado por um consumo inesperado de capital de giro, resultando em um fluxo de caixa operacional de US$ 7,5 bilhões. Além disso, os investimentos em despesas de capital foram acima do esperado, totalizando US$ 4 bilhões.

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Frustração com Nível de Capex e Impacto nos Dividendos

O alto nível de despesas de capital em caixa, de acordo com o Bradesco BBI, resultou em um pagamento de dividendos cerca de US$ 400 milhões abaixo do esperado. Os dividendos ordinários do trimestre totalizaram US$ 1,6 bilhão, abaixo das estimativas do mercado.

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Pagamento de Dividendos e Juros sobre Capital Próprio

O pagamento de dividendos e juros sobre capital próprio intercalares totaliza R$ 8,66 bilhões, equivalente a R$ 0,67192409 por ação ordinária e preferencial em circulação. Esse montante será pago em duas parcelas em novembro e dezembro de 2025, como antecipação da remuneração aos acionistas relativa ao exercício de 2025.

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Desafios e Perspectivas

O mercado reagiu negativamente aos resultados, principalmente devido à frustração com o nível de despesas de capital e seu impacto nos dividendos. Analistas apontam que a administração da Petrobras deverá explicar as tendências de capex em teleconferência, já que o consenso esperava uma queda em relação ao trimestre anterior.

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Diretrizes do Plano Estratégico

O Conselho de Administração da Petrobras decidiu incluir o posicionamento em distribuição entre os elementos estratégicos do Plano Estratégico da empresa. Isso envolve atuar na distribuição de GLP, sinalizando a intenção da empresa de entrar nesse mercado.

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Recomendações dos Analistas

O Bradesco BBI e o Itaú BBA têm recomendação "outperform" para as ações da Petrobras, com preços-alvos de R$ 40 e R$ 43, respectivamente. O Goldman Sachs também recomenda a compra, com um preço-alvo de R$ 35,10.

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Em meio a um cenário de volatilidade, o mercado acompanha de perto os desdobramentos na Petrobras, especialmente em relação aos investimentos, resultados financeiros e expectativas de dividendos para os próximos trimestres.

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