A fabricante de papel e celulose Klabin divulgou os resultados do terceiro trimestre de 2025, apresentando lucro líquido de R$ 478 milhões, uma redução de 34% em relação ao mesmo período de 2024. No entanto, o destaque ficou por conta da geração de caixa e do Ebitda ajustado de R$ 2,117 bilhões, 4% maior que o trimestre anterior e 17% superior na comparação anual.
Com os bons resultados, as ações da Klabin (KLBN11) operam em alta de 3,67%, cotadas a R$ 18,64, às 13h45 no horário de Brasília. Outro fator que contribui para essa valorização é a alta do dólar, que beneficia as empresas do setor de papel e celulose.
Analistas destacam o bom desempenho nos volumes de papel e controle de custos da Klabin no terceiro trimestre, o que impulsionou os resultados. Apesar dos custos estarem acima do guidance para o ano, a XP Investimentos mantém visão positiva para as ações da empresa devido à trajetória de desalavancagem.
O Itaú BBA ressalta que a geração de fluxo de caixa livre foi um dos pontos altos, contribuindo para a redução da alavancagem financeira da Klabin. Já o Bradesco BBI destaca a solidez da geração de caixa no trimestre, o que resultou em uma queda significativa na alavancagem.
Na divisão de celulose, a Klabin enfrentou obstáculos devido à queda dos preços da fibra curta, impactando o Ebitda da empresa. Por outro lado, a divisão de papel registrou aumento nas vendas e a de embalagens apresentou crescimento no volume de vendas.
O Santander, BBA e BBI mantêm recomendação de compra para as ações da Klabin, com preços-alvo de R$ 33, R$ 23 e R$ 25, respectivamente. Os analistas destacam a geração de caixa e a redução da alavancagem como fatores que impulsionam as perspectivas positivas para a empresa.
Com o cenário favorável no terceiro trimestre, a Klabin demonstra resiliência e estratégias eficientes para enfrentar desafios e manter o crescimento no setor de papel e celulose.
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