JPMorgan sacode mercado de construção ao elevar EzTec e rebaixar 2 líderes; reação imediata nas ações

JPMorgan revisa recomendações para construtoras brasileiras

O JPMorgan elevou a EzTec e rebaixou duas "queridinhas" entre as construtoras brasileiras após avaliar perspectivas de ventos macroeconômicos favoráveis no país. Com a proximidade do ciclo eleitoral e o início do ciclo de cortes de juros, o banco recomenda aos investidores aumentar a exposição a risco em seus portfólios.

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Recomendações do Banco

O banco favorece empresas com maior beta e P/L baixo, como Tenda, Cyrela e EzTec, que estão sendo negociadas em ou abaixo de 6,0 vezes P/L para 2026. Diante desse cenário, a EzTec recebeu upgrade de "equal-weight" para "overweight".

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Alterações nas Recomendações

Por outro lado, o JPMorgan rebaixou Cury e Direcional de compra para neutro, devido ao menor upside e avaliação mais alta, acima de 8 vezes P/L para 2026. A ordem de preferência do banco agora é: Tenda, Cyrela, Eztec, Cury, Direcional e MRV.

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Movimentações das Ações

As ações das construtoras reagiram às mudanças de recomendação: Direcional caiu 2,15%, Cury caiu 1,56%, enquanto EzTec avançou 5,30% no início da sessão.

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Análise Específica das Empresas

- **EzTec (EZTC3)**: A recomendação de compra e preço-alvo refletem seu potencial de valorização e resultados acima das expectativas.- **Cury (CURY3)**: O banco rebaixou a recomendação devido à avaliação relativa e potencial de valorização menor em comparação aos pares.- **Direcional (DIRR3)**: O downgrade se justifica pela avaliação relativa e menor potencial de valorização frente aos concorrentes.- **Tenda (TEND3)**: O JPMorgan reiterou a recomendação de compra, destacando o potencial de valorização da empresa.- **Cyrela (CYRE3)**: A Cyrela é vista como a melhor ação para aproveitar o próximo ciclo de afrouxamento monetário, mantendo a recomendação de compra.- **MRV (MRVE3)**: Apesar da recuperação esperada, o banco mantém recomendação neutra devido ao P/L e rally recente.

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Conclusão

Com base nas projeções e análises do JPMorgan, as construtoras brasileiras se encontram em um cenário favorável, impulsionado por fatores macroeconômicos e expectativas de mercado. Os investidores devem considerar essas revisões de recomendações ao avaliar suas estratégias de investimento no setor.

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