JPMorgan revela projeção do terceiro trimestre para grandes bancos e destaca favoritas

JPMorgan projeta desempenho dos bancos brasileiros no 3º trimestre de 2025

O JPMorgan divulgou um relatório que prevê um terceiro trimestre "bom, mas não excelente" para os bancos brasileiros em 2025. Após um primeiro semestre com expansão da margem líquida ajustada ao risco, a atenção dos investidores se volta para a qualidade dos ativos.

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Os analistas acreditam que a inadimplência do consumidor deve se manter estável, embora haja expectativa de alguma piora nos empréstimos comerciais. O banco também expressa preocupação com casos corporativos mais expostos a detentores de títulos, que podem ser impactados por taxas de juros mais altas.

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Setor enfrenta desafios, mas mantém qualidade de ativos

Em relação ao setor bancário, o JPMorgan destaca que os empréstimos ao agronegócio continuarão sendo um desafio, especialmente para o Banco do Brasil. Apesar de prever uma piora pontual nos índices de inadimplência, a qualidade dos ativos se mantém razoável para o trimestre.

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O crescimento dos empréstimos, embora tenha sido mais forte do que o esperado no ano, deve desacelerar no terceiro trimestre. Além disso, a valorização do real e o desempenho fraco em produtos como empréstimos consignados tradicionais contribuem para essa perspectiva.

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Preferências do JPMorgan e projeções para os bancos

O JPMorgan indica suas preferências para o 3T25, destacando o Nubank em relação ao Banco do Brasil e Santander. O Bradesco deve continuar a recuperar gradualmente sua rentabilidade, enquanto o Itaú possui uma postura mais neutra para o trimestre em relação ao consenso.

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Em relação às projeções específicas, o banco aponta que o Nubank deve manter um forte momentum de resultados. O Inter também deve manter tendências de crescimento, com destaque para o impacto do novo marco do FGTS a ser monitorado. Já o Itaú Unibanco deve entregar um trimestre sem surpresas, com crescimento de empréstimos desacelerando devido à valorização do real.

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O Bradesco é previsto a ter um bom trimestre, com receitas fortes compensando custos maiores. Por outro lado, o Banco do Brasil enfrenta um trimestre desafiador, com redução nas estimativas de lucro. Enquanto isso, o Santander Brasil tem uma projeção mista, com pontos negativos como crescimento moderado dos empréstimos, mas aspectos positivos nas receitas de tarifas e despesas operacionais.

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Conclusão

O cenário projetado pelo JPMorgan para os bancos brasileiros no terceiro trimestre de 2025 traz desafios, como a possibilidade de piora nos índices de inadimplência e desaceleração no crescimento dos empréstimos. No entanto, apesar desses obstáculos, a qualidade dos ativos se mantém razoável, e algumas instituições financeiras devem continuar a apresentar recuperação gradual em suas rentabilidades. A preferência do JPMorgan por determinadas empresas do setor reflete essas perspectivas e projeções para o trimestre em questão.

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