JPMorgan prevê demanda crescente por transformadores, impulsionando expectativas positivas para a WEG nos próximos anos

Demanda aquecida por transformadores impulsiona otimismo para a WEG

A crescente demanda por transformadores em diversos mercados, devido ao aumento do consumo de energia elétrica e a expansão de fontes renováveis, tem sido um fator impulsionador para empresas do setor. O JPMorgan projeta que essa tendência perdure pelo menos até 2030, com prazos de entrega longos, capacidade limitada de produção e altos preços.

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A WEG (WEGE3) é uma das empresas que se destaca nesse cenário, segundo o banco americano. Com presença global e planos de expansão, a companhia brasileira tem a oportunidade de se beneficiar da situação de desequilíbrio entre oferta e demanda, especialmente no mercado norte-americano, onde a produção local não consegue atender à procura.

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A empresa planeja dobrar sua capacidade de fabricação de transformadores até o final de 2026, o que pode aumentar sua participação em contratos em um setor fortemente afetado por gargalos logísticos e industriais.

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Gargalos na produção de componentes limitam capacidade de resposta rápida da indústria

Em um webinar promovido pelo JPMorgan com executivos da Hitachi Energy Brasil, foi destacada a importância dos componentes como buchas e comutadores na produção de transformadores. A escassez e a complexidade na fabricação desses itens têm sido fatores limitantes para uma resposta rápida da indústria frente à demanda crescente. Segundo os executivos da Hitachi Energy, a construção de uma nova fábrica pode levar de quatro a cinco anos.

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A expectativa é de que a construção de novas fábricas e investimentos em expansão, como os US$ 200 milhões previstos pela Hitachi Energy no Brasil até 2028, contribuam para suprir essa lacuna de capacidade produtiva no setor de transformadores.

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Exportações e investimentos são estratégias adotadas pelas empresas do setor

A rentabilidade das exportações tem se mostrado como um fator relevante para a estratégia de expansão das empresas do setor de transformadores. As margens obtidas nas vendas externas costumam superar as do mercado doméstico, o que tem incentivado fabricantes a concentrar parte da produção no Brasil com foco na exportação, mesmo diante do acréscimo de tarifas sobre determinados equipamentos.

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Além disso, analistas consultados pelo JPMorgan nos Estados Unidos apontam para uma aceleração nos preços de equipamentos de alta tensão desde junho, com um aumento de até 10% em relação ao ano anterior. A instalação rápida de usinas renováveis e centros de dados tem impulsionado a demanda e a perspectiva é que este ritmo se mantenha até, pelo menos, 2027.

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Renovação da infraestrutura elétrica e novas conexões impulsionam mercado de transformadores

A substituição de equipamentos antigos representa menos de 30% da demanda atual por transformadores, sendo a maior parte dos pedidos destinada a novas conexões elétricas. Especialistas do setor preveem que a renovação da infraestrutura elétrica ganhe mais destaque nos próximos anos, à medida que entraves relacionados ao licenciamento de obras de transmissão entre regiões sejam superados.

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Com a perspectiva de continuidade na demanda por transformadores até pelo menos 2030 e investimentos em expansão e modernização do setor, empresas como a WEG e a Hitachi Energy buscam se posicionar de forma estratégica para atender às necessidades do mercado e aproveitar as oportunidades de crescimento no setor eletroeletrônico.

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