A distribuidora de combustíveis Vibra (VBBR3) promoveu seu Dia do Investidor de 2025, destacando a luta contra práticas ilegais no setor. A XP Investimentos ressaltou a importância dos esforços da empresa nesse sentido, visando ganhos de market share e rentabilidade. Além disso, a Vibra destacou a disciplina na alocação de capital, iniciativas de redução de custos, eficiência na Comerc e expansão do negócio de lubrificantes.
A Vibra revelou que, em 2025, o market share dos players ligados à informalidade caiu de 21,4% para 17,9%, enquanto a Vibra conquistou 1,3 ponto percentual, totalizando 22,4%. Destaques foram as operações Carbono Oculto, Cadeia de Carbono e Poço de Lobato, que resultaram em avanços significativos no combate à ilegalidade.
A gestão da Vibra espera que a agenda contra a concorrência desleal mantenha o ritmo em 2026, mencionando possíveis mudanças regulatórias. Em um cenário equitativo, a empresa acredita que o setor poderia alcançar um retorno sobre o capital investido de cerca de 20% a longo prazo.
O JPMorgan destacou as prioridades da Vibra para o próximo ano, incluindo capitalizar oportunidades de mercado decorrentes de mudanças regulatórias e implementar otimizações internas para reduzir custos. A empresa prevê a redução da dívida bruta e alavancagem, mantendo a distribuição de 40% do lucro líquido como dividendos.
Sobre a saída da Evolua, a Vibra espera ganhos relacionados à flexibilidade na aquisição de insumos, impactando margens ou crescimento. Já no segmento de lubrificantes, a empresa ressalta as margens elevadas e planeja expandir a presença da Lubrax, com foco em montadoras e concessionárias.
A Vibra acredita que a demanda por combustíveis líquidos continuará crescendo nos próximos anos, sem riscos de disrupção. Em relação aos dividendos, a companhia reitera a importância de geração de caixa e redução da alavancagem, com potencial aumento dos dividendos a longo prazo, dependendo da situação financeira e estratégica.
O JPMorgan e Morgan Stanley mantiveram recomendação overweight (compra) para a Vibra Energia, com preços-alvo de R$ 31,50 e R$ 28, respectivamente. Já o Goldman Sachs permaneceu neutro, com preço-alvo de R$ 25,00, baseado em análises específicas para o negócio de distribuição de combustíveis e Comerc.
Em resumo, a Vibra Energia enfatizou seu comprometimento com a ética e a eficiência no setor de distribuição de combustíveis, apresentando estratégias claras para o crescimento sustentável e a manutenção da competitividade. As projeções para 2026 demonstram um cenário otimista, alinhado com as expectativas do mercado e das instituições financeiras consultadas.
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