Influência dos Treasuries faz Taxas dos DIs caírem antes de decisão no STF

Taxas dos DIs caem influenciadas pelos Treasuries

As taxas dos DIs permaneceram estáveis nesta segunda-feira, mantendo-se próximas dos ajustes anteriores, enquanto investidores aguardam o reinício do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro no STF e a divulgação do IPCA de agosto.

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Durante a tarde, as taxas dos vencimentos mais longos dos DIs alinharam-se ao exterior e cederam, acompanhando mais um dia de queda nos rendimentos dos Treasuries. A taxa do DI para janeiro de 2027 ficou em 13,925%, enquanto a de janeiro de 2028 marcou 13,235%.

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Influência do cenário externo e preocupações internas

No exterior, os rendimentos dos Treasuries diminuíram desde cedo, seguindo o movimento da sexta-feira, com a expectativa de corte de juros pelo Federal Reserve na próxima semana. Apesar do ambiente favorável lá fora, as taxas dos DIs no Brasil oscilaram próximas dos ajustes anteriores, assim como o dólar.

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Profissionais do mercado destacam a cautela dos investidores antes do reinício do julgamento de Bolsonaro no STF, com receio de possíveis medidas comerciais dos EUA contra o Brasil. A expectativa é que o julgamento influencie as relações internacionais e a economia brasileira.

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Expectativas para o IPCA e projeções econômicas

Os investidores também aguardam a divulgação do IPCA de agosto, índice oficial de inflação. Segundo o relatório Focus, a mediana projetada para a inflação se manteve em 4,85% em 2025, enquanto as projeções para o PIB foram de 2,19% para 2,16% no mesmo ano.

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Durante a tarde, as taxas dos prazos mais longos dos DIs sofreram perdas um pouco maiores, acompanhando o recuo dos yields dos Treasuries. Próximo do fechamento, a curva brasileira indicava 99% de probabilidade de manutenção da Selic em 15% no próximo encontro do Copom do BC.

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Considerações finais e perspectivas de mercado

O cenário internacional, com a queda dos rendimentos dos Treasuries, influenciou as taxas dos DIs no Brasil, que mantiveram-se próximas dos ajustes anteriores. As preocupações com o julgamento de Bolsonaro no STF e seus impactos econômicos seguem presentes no mercado.

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Os investidores aguardam os desdobramentos desses eventos, juntamente com a divulgação do IPCA e as projeções econômicas para os próximos anos. A sintonia entre os mercados internacionais e a economia brasileira reflete a cautela e atenção dos agentes financeiros diante do atual cenário político e econômico.

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