A bolsa de valores brasileira, B3, não reagiu positivamente, como era esperado, às valorizações dos índices de ações em Nova York, influenciada pelo recuo do petróleo e do minério de ferro na China. O Ibovespa fechou em queda de 0,99% aos 132.658,94 pontos, reforçando uma desvalorização mensal de 4,35%. Esse cenário ocorre apesar de notícias positivas sobre o tarifaço norte-americano a produtos brasileiros.
Os investidores ainda estão cautelosos diante das incertezas sobre os efeitos das tarifas na economia, por isso a reação do Ibovespa não foi como esperada. A desvalorização do índice também se deu em meio à aplicação de sanções financeiras ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes por parte do governo dos Estados Unidos.
Além disso, dados mostram que a atividade industrial da China encolheu pelo quarto mês consecutivo em julho, o que contribuiu para a queda do minério de ferro e impactou o mercado global. A manutenção da Selic em 15% pelo Comitê de Política Monetária (Copom) também movimentou a Bolsa brasileira, com projeções de ajustes adicionais caso seja necessário.
Outras notícias que influenciaram o mercado foram os resultados trimestrais de empresas como Bradesco, com lucro de R$ 6,1 bilhões no segundo trimestre, e a divulgação de uma nova pesquisa eleitoral no Brasil, com o presidente Lula liderando as intenções de voto. O Ibovespa segue em um cenário de incertezas, com analistas projetando recuperação para o mercado brasileiro, mas ainda com desafios no radar.
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