Impacto da desvalorização do dólar: Iuan e dólar australiano conquistam mais espaço nas reservas, revela relatório do FMI

Iuan e Dólar Australiano Avançam nas Reservas enquanto Dólar Perde Espaço, Segundo FMI

De acordo com dados do Fundo Monetário Internacional (FMI), o iuan chinês e o dólar australiano aumentaram sua participação nas reservas cambiais globais no segundo trimestre. Enquanto isso, o dólar e o euro perderam um pouco de terreno nesse cenário.

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No período analisado, o iuan e o dólar australiano ganharam 0,03 ponto percentual de participação de mercado em relação ao trimestre anterior. Mesmo representando apenas pouco mais de 2% cada um dos quase US$13 trilhões em reservas, esse incremento é significativo.

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Por outro lado, o dólar perdeu 0,12 ponto percentual, chegando a representar 56,32% das reservas globais ao final do segundo trimestre, após ajustes por flutuações cambiais. Enquanto isso, a participação do euro ficou em 21,13% das reservas totais.

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O Fundo Monetário Internacional publicou dados ajustados para contabilizar as oscilações drásticas das moedas, ocorridas desde o início do ano. Essas mudanças foram desencadeadas por eventos como o retorno de Donald Trump à Casa Branca e suas alterações nas políticas econômicas e comerciais, que abalaram os mercados.

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A queda do índice do dólar, medida em relação a moedas de outras regiões importantes, ultrapassou os 10% no primeiro semestre do ano, representando a maior queda desde 1973. Só no segundo trimestre, o dólar enfraqueceu 8%.

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Segundo o FMI, movimentos cambiais explicam 92% da redução da participação do dólar nesse período. Esses efeitos também impactaram moedas como o euro, a segunda maior moeda de reserva do mundo.

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O valor total das reservas cambiais dos bancos centrais, avaliadas em dólares, chegou a US$12,945 trilhões no segundo trimestre, comparado aos US$12,540 trilhões do trimestre anterior. Esses números refletem as oscilações nos mercados de câmbio, mas não necessariamente indicam preferências definitivas dos gestores de reservas.

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Apesar de alguns analistas notarem sinais incipientes de desdolarização no cenário global, há um amplo consenso de que qualquer mudança nesse sentido seria gradual e complexa.

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A turbulência nos mercados, impulsionada pelas políticas de Trump e seus impactos sobre a independência do Federal Reserve, têm alimentado discussões sobre o futuro do dólar como moeda dominante no sistema monetário global.

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A tendência de avanço do iuan chinês e do dólar australiano nas reservas cambiais pode estar relacionada a uma diversificação buscada por países e investidores diante das incertezas globais. Enquanto isso, a perda de espaço do dólar e do euro sinaliza possíveis mudanças no equilíbrio internacional de poder econômico.

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