Ibovespa mostra sinais de melhora puxada por bancos, porém mantém-se abaixo dos 135 mil pontos.

Ibovespa tem leve recuperação, mas mantém-se abaixo dos 135 mil pontos

O Ibovespa apresentou uma recuperação parcial nesta quarta-feira, em especial no setor financeiro, após a queda de 2,10% no dia anterior. No melhor momento, o índice se aproximou dos 135 mil pontos, em uma sessão de recuperação parcial dos bancos que haviam sido impactados pelo tombo anterior, atribuído a receios sobre a relação entre Brasil e EUA.

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Durante o dia, o índice da B3 variou entre a mínima de 134.121,67 pontos e a máxima de 134.963,84, partindo de uma abertura em 134.430,49 pontos. Ao fim do pregão, registrou uma leve alta de 0,17%, aos 134.666,46 pontos, com um giro financeiro de R$ 16,2 bilhões. Na semana, o Ibovespa acumula uma recuo de 1,23%, enquanto no mês apresenta um ganho de 1,20%. No acumulado do ano, o índice registra alta de 11,96%.

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Cenário macroeconômico influencia ativos brasileiros

Segundo Pedro Moreira, sócio da One Investimentos, a incerteza sobre as ações dos bancos frente à deliberação do ministro Flávio Dino e a Lei Magnitsky dos EUA ainda prevalecem. Existe especulação de que os bancos brasileiros possam ser alvo de sanções norte-americanas, o que teria um impacto significativo no mercado financeiro.

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Após as perdas significativas registradas anteriormente, os bancos apresentaram uma recuperação discreta neste dia. O Banco Santander liderou os ganhos, seguido por leve alta do Banco do Brasil e estabilidade do Itaú. No entanto, o BTG Pactual encerrou o dia em queda.

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Destaques do Ibovespa e ações de commodities

Na ponta positiva do Ibovespa, destacaram-se empresas como Pão de Açúcar, Ultrapar e Auren, com valorizações expressivas. Já no lado oposto, empresas como Azzas, Marfrig e Rumo acumularam perdas no dia. Entre as empresas de commodities, a Vale registrou queda, enquanto a Petrobras apresentou alta, acompanhando a valorização do petróleo nos mercados internacionais.

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Brasil sob pressão diplomática e econômica dos EUA

O economista-chefe da Blue3 Investimentos, Roberto Simioni, aponta que o Brasil enfrenta pressões econômicas e diplomáticas dos Estados Unidos ao ser alvo tanto de um aumento tarifário em diversos produtos quanto da aplicação da Lei Magnitsky. Essa situação inédita sinaliza uma nova forma de pressão externa sobre o país, podendo impactar a confiança de investidores estrangeiros, o ambiente regulatório e o custo de capital das empresas brasileiras.

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Em resumo, o mercado financeiro brasileiro permanece volátil devido às incertezas em relação às relações bilaterais entre Brasil e EUA, bem como aos desdobramentos das decisões judiciais e legislativas que afetam diretamente as instituições financeiras e o comportamento dos investidores no mercado de capitais.

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