O Ibovespa Futuro abriu em baixa nesta sexta-feira (12), com investidores avaliando o impacto da condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro nos mercados. O contrato com vencimento em outubro registrava queda de 0,33% às 9h05, atingindo 144.430 pontos.
Os mercados globais encerraram a semana com a expectativa de um corte de juros nos Estados Unidos pelo Federal Reserve na próxima semana. Enquanto isso, no cenário local, os agentes financeiros digeriam a condenação de Bolsonaro e outros sete réus por tentativa de golpe de Estado. Esses acontecimentos influenciaram a volatilidade nos principais índices mundiais.
Os dados sobre o preço ao consumidor nos EUA foram cruciais para as especulações em torno do corte de juros pelo Fed. Os mercados dão uma probabilidade de 93% para um corte de 0,25 ponto percentual na taxa de juros norte-americana na próxima reunião. Por outro lado, o dia seguinte à condenação de Bolsonaro a 27 anos e 3 meses de prisão trouxe incertezas ao mercado interno.
No mercado externo, o Dow Jones Futuro apresentava queda de 0,22%, o S&P Futuro perdia 0,07% e o Nasdaq Futuro registrava alta de 0,07%. Enquanto isso, o dólar à vista subia 0,11%, alcançando R$ 5,396 na venda. O contrato de dólar futuro também apresentava alta, atingindo 5.437 pontos.
As ações da SK Hynix se destacaram após o desenvolvimento do HBM4, importante para aplicações de inteligência artificial. Na Ásia, as bolsas fecharam em alta, com exceção da bolsa de Shanghai. Na Europa, os mercados operavam mistos, aguardando a avaliação da nota de crédito da França pela Fitch e reagindo a indicadores econômicos como a produção industrial do Reino Unido e a inflação na Alemanha.
Os preços do petróleo operavam em alta após reversão da queda de quinta-feira. Enquanto isso, as cotações do minério de ferro na China fecharam em leve baixa. No cenário econômico, a China se preparava para divulgar dados importantes na próxima semana, incluindo informações sobre propriedades, crescimento econômico e produção de metais industriais.
Em resumo, o cenário dos mercados estava marcado por um ambiente global de expectativa em relação aos cortes de juros nos EUA, aliado a eventos políticos e econômicos internos que geraram volatilidade nos principais índices. A reação dos investidores estava atenta a cada movimento nos mercados internacionais e aos desdobramentos locais, como a condenação de Jair Bolsonaro, que impactou diretamente a confiança dos agentes financeiros.
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