Na manhã desta quarta-feira, o Ibovespa Futuro registra uma alta de 0,21%, operando aos 133.595 pontos, com os investidores atentos às decisões sobre juros que serão tomadas pelo Federal Reserve (Fed) e pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Além disso, seguem acompanhando as tensões comerciais entre Brasil e Estados Unidos, com foco em novos dados econômicos e balanços corporativos.
No Brasil, o destaque do dia é a divulgação da decisão do Banco Central após o fechamento do mercado, com a expectativa de que a taxa de juros Selic seja mantida em 15%, conforme sinalizado em reuniões anteriores.
Nos Estados Unidos, o Fed deve manter sua taxa de juros estável na faixa de 4,25% a 4,5%, enquanto analisa os impactos das tarifas do governo norte-americano sobre a economia do país. O mercado nacional permanece alerta para as negociações comerciais entre Brasil e EUA, já que se aproxima o prazo estabelecido por Trump para impor uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros.
No cenário internacional, os investidores aguardam a divulgação do relatório da ADP sobre empregos no setor privado e da estimativa inicial para o Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA no segundo trimestre. Já no Brasil, o Tesouro Nacional apresentará o resultado do governo central referente a junho, com coletiva prevista para as 15h.
No âmbito corporativo, o Santander Brasil divulgou um lucro líquido de R$ 3,66 bilhões para o segundo trimestre, abaixo das expectativas de mercado. Após o fechamento do mercado, Bradesco, Isa Energia e TIM Brasil também apresentarão seus resultados trimestrais.
Em Wall Street, o Dow Jones Futuro avançava 0,04%, o S&P Futuro subia 0,14% e o Nasdaq Futuro tinha alta de 0,25%. Já o dólar à vista registrava uma elevação de 0,26%, cotado a R$ 5,584 na venda. Na B3, o contrato de dólar futuro avançava 0,02%, aos 5.582 pontos.
No mercado asiático, as negociações encerraram de forma mista, com as discussões entre Estados Unidos e China na Suécia não resultando na prorrogação da trégua tarifária. O secretário de Comércio dos EUA destacou que o prazo final estabelecido por Trump para impor tarifas relevantes não será adiado.
Os preços do petróleo operam em alta, impulsionados pela potencial escassez de oferta após Trump estabelecer um prazo para a resolução da guerra na Ucrânia. Enquanto isso, os preços do minério de ferro na China fecharam em baixa, após Pequim prometer implementar políticas macroeconômicas para sustentar a economia consumidora de metais. A falta de detalhes sobre possíveis medidas de estímulo resultou na reversão dos pequenos ganhos registrados anteriormente.
As informações são baseadas em dados da Reuters e refletem a movimentação dos mercados financeiros neste dia de decisões importantes para a economia global.
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