O Ibovespa Futuro iniciou os negócios desta sexta-feira (3) com uma leve variação, impulsionado pelos ganhos nas ações de tecnologia e pelas expectativas de redução da taxa de juros nos Estados Unidos. Por volta das 9h20 (horário de Brasília), o contrato para outubro registrava uma queda de 0,01%, atingindo 144.685 pontos.
Enquanto as bolsas de valores globais apresentam ganhos sólidos ao longo da semana, os investidores parecem ignorar a 15ª paralisação do governo dos EUA desde 1981. No entanto, a ausência de dados oficiais sobre o emprego fora do setor agrícola, devido ao shutdown, leva os investidores a se concentrarem nos dados do PMI não manufatureiro do Instituto de Gestão de Fornecimento.
Os mercados estão refletindo a expectativa de um corte de 25 pontos-base na taxa de juros pelo Fed neste mês, além de pelo menos quatro reduções até o final de 2026. No cenário nacional, destaca-se a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva às obras da COP30 em Belém, enquanto os investidores acompanham o aumento de 0,8% na produção industrial brasileira em agosto, em comparação com o mês anterior.
Enquanto isso, em Wall Street, os índices futuros dos EUA apresentam movimentos positivos: o Dow Jones Futuro avança 0,17%, o S&P Futuro sobe 0,11% e o Nasdaq Futuro registra alta de 0,11%. O dólar à vista opera com aumento de 0,04%, sendo cotado a R$ 5,342 na venda, enquanto o contrato de dólar futuro na B3 apresenta queda de 0,05%.
No cenário internacional, as ações do conglomerado japonês Hitachi valorizaram mais de 9% devido a uma parceria com a OpenAI para desenvolver infraestrutura de inteligência artificial. O Nikkei 225 e o Topix, do Japão, também apresentaram altas, apesar do aumento da taxa de desemprego no país para 2,6% em agosto.
Enquanto os mercados chinês e sul-coreano permanecem fechados devido a feriados locais, as principais bolsas europeias registraram ganhos no início das negociações, acompanhando a tendência positiva da semana. No entanto, os preços do petróleo estão em alta, mas caminham para uma perda semanal, devido às preocupações com o excesso de oferta antes de uma reunião da OPEP+ no final de semana.
Esses movimentos nos mercados refletem a constante influência de eventos globais e domésticos nas decisões de investidores e operadores, evidenciando a importância de estar atento a um cenário volátil e repleto de desafios econômicos.
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