Ibovespa Futuro avança impulsionado por expectativas de cortes de juros nos EUA e IPCA-15 em destaque

Ibovespa Futuro em Alta com Expectativa de Cortes de Juros nos EUA e IPCA-15 em Destaque

O Ibovespa Futuro iniciou o pregão desta quarta-feira em alta, impulsionado pela expectativa de cortes de juros nos Estados Unidos. No Brasil, os investidores estão de olho nos dados de novembro do IPCA-15. O contrato para dezembro registrava alta de 0,16%, alcançando 157.550 pontos às 9h06 (horário de Brasília).

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Na agenda nacional, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou pela manhã a lei que amplia a faixa de isenção do Imposto de Renda, acompanhado por uma coletiva de secretários do Ministério da Fazenda.

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IPCA-15 Tem Alta em Novembro

O IPCA-15 de novembro apresentou elevação de 0,20%, ante os 0,18% registrados no mês anterior, de acordo com o IBGE. Essa variação ficou um pouco acima da expectativa mediana da pesquisa da Reuters, que apontava um avanço de 0,18% no mês.

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Além disso, o Banco Central divulgou as estatísticas monetárias e de crédito referentes a outubro, enquanto o Tesouro apresentou os dados do governo central para o mesmo período. No fim do dia, a Caixa Econômica Federal divulgou seu resultado do terceiro trimestre.

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Expectativas de Corte de Juros nos EUA e Cenário Internacional

No cenário internacional, as expectativas de um acordo de paz para a Ucrânia estão em alta, e os mercados britânicos aguardam o anúncio do orçamento. Os dados recentes dos EUA mostraram vendas no varejo e confiança do consumidor mais baixas do que o esperado, reforçando a perspectiva de outro corte na taxa de juros pelo Federal Reserve em dezembro.

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Os juros futuros precificam uma probabilidade implícita de 80,7% para um corte de 25 pontos-base na reunião do Fed em 10 de dezembro, em comparação com os 50% da semana anterior, segundo a ferramenta FedWatch do CME Group.

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Mercados Financeiros

No mercado de Wall Street, os índices futuros apresentavam alta: o Dow Jones subia 0,11%, o S&P tinha valorização de 0,24% e o Nasdaq avançava 0,38%. O dólar estava em alta frente ao real, cotado a R$ 5,382 na venda, e as bolsas da Ásia-Pacífico fecharam majoritariamente em alta, seguindo os ganhos de Wall Street.

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Cenário Internacional e Commodities

Os mercados europeus também operavam em alta, impulsionados pelas expectativas de corte de juros nos EUA. No Reino Unido, o foco era o Orçamento de Outono, com a Ministra das Finanças prestes a divulgar os planos de gastos e tributação para o próximo ano.

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Os preços do petróleo mantinham-se estáveis, após sinalizações de um possível acordo de paz entre Ucrânia e Rússia. No entanto, a pressão sobre a commodity permanecia, devido ao aumento da produção global. Já as cotações do minério de ferro na China mostraram leve alta, impulsionadas por uma recuperação na demanda chinesa.

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Esses movimentos refletem a complexidade e volatilidade dos mercados financeiros, sendo essencial para investidores e analistas acompanharem de perto os desdobramentos econômicos, políticos e financeiros ao redor do mundo.

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