Ibovespa Futuro avança com acordo entre EUA e UE enquanto investidores aguardam reação do Brasil a Trump

Ibovespa Futuro tem alta impulsionada por acordo entre EUA e UE

Nesta segunda-feira (28), o Ibovespa Futuro registra alta nos primeiros negócios, influenciado pelo otimismo internacional após Estados Unidos e União Europeia anunciarem um acordo comercial. O contrato com vencimento em agosto subia 0,10%, atingindo 134.315 pontos às 9h06 (horário de Brasília).

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O presidente Donald Trump anunciou um acordo com a UE que inclui uma tarifa de 15% sobre produtos europeus exportados para os EUA, além de compras significativas de energia e equipamentos militares dos EUA pelo bloco europeu. As atenções agora se voltam para as negociações com a China, que devem resultar em uma extensão da trégua tarifária por 90 dias.

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Mercado nacional aguarda resposta do Brasil a ameaças de tarifas dos EUA

No Brasil, o mercado está atento à resposta do governo brasileiro às ameaças de tarifas impostas pelos Estados Unidos, que poderiam atingir 50% a partir de 1º de agosto. Autoridades brasileiras estão encontrando dificuldades para abrir canais de diálogo com os EUA a respeito desse assunto.

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Em meio a esse cenário, está programada para mais tarde a cerimônia de sanção e regulamentação do Programa Acredita Exportação, com participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do ministro da Fazenda Fernando Haddad, e do vice-presidente Geraldo Alckmin. Após o evento, Alckmin deve se pronunciar sobre o impasse comercial com os EUA.

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Agenda econômica inclui dados do Banco Central e resultado trimestral da Telefônica

Na agenda de dados e balanços, os investidores estarão de olho na nota de política monetária do Banco Central e no relatório mensal da Dívida Pública referentes a junho. Além disso, o resultado trimestral da Telefônica (VIVT3) será divulgado após o fechamento dos mercados.

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Ainda nesta semana, as atenções se voltam para as decisões de política monetária do Banco Central do Brasil e do Federal Reserve, marcadas para quarta-feira.

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Mercados internacionais reagem positivamente a acordos comerciais

Nos Estados Unidos, o Dow Jones Futuro avançava 0,06%, o S&P Futuro subia 0,18% e o Nasdaq Futuro registrava alta de 0,35%. Na Europa, os mercados atingiram a máxima em quatro meses, impulsionados pelo acordo comercial entre EUA e UE, que reduz a tarifa básica sobre a maioria das importações europeias para 15%.

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Os preços do petróleo também subiram após os acordos comerciais entre EUA e UE, e a possibilidade de extensão da trégua tarifária com a China, diminuindo as preocupações com taxas mais altas que poderiam afetar a demanda por combustível.

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Conclusão

O Ibovespa Futuro opera em alta devido ao acordo entre Estados Unidos e União Europeia, refletindo o otimismo dos investidores em relação às negociações comerciais internacionais. Enquanto isso, o mercado nacional aguarda a resposta do governo brasileiro às ameaças de tarifas dos EUA, com dificuldades para abrir diálogo com as autoridades americanas. Os investidores também estão atentos a decisões de política monetária e resultados de empresas, além do impacto dos acordos comerciais nos mercados globais.

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