Ibovespa encerra sequência de recordes e termina com ganhos sutis após anúncio de política monetária

Ibovespa encerra em leve alta após decisão sobre juros

O Ibovespa teve uma pausa em seu avanço nesta quinta-feira, após atingir recordes de pontos durante a semana. O índice da B3 oscilou entre a mínima de 144.993,21 e a máxima de 145.726,41, fechando em 145.499,49 pontos, com uma leve variação de 0,06%. Isso interrompeu a sequência de máximas alcançadas entre segunda e quarta-feira.

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Na semana, o Ibovespa acumula um ganho de 2,27%, elevando o avanço do mês para 2,88%, e no ano registra uma alta de 20,96%. O volume financeiro nesta quinta-feira foi de R$ 22,8 bilhões, próximo ao vencimento de opções sobre ações.

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Decisão do Copom e impacto nos mercados

A curva do DI avançou após o comunicado do Copom indicar pouca possibilidade de corte na Selic ainda em 2025. Este cenário se deve ao início do ciclo de afrouxamento da política monetária dos EUA pelo Federal Reserve, que ajustou a taxa de referência em 25 pontos-base na quarta-feira. A projeção do Banco Central para o IPCA se manteve em 3,4% para o primeiro trimestre de 2027, sustentando a visão de estabilidade da Selic.

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Desempenho das principais ações

Com a perspectiva de manutenção da Selic em níveis elevados, as principais ações do Ibovespa tiveram poucos estímulos na sessão. Petrobras fechou em baixa de 0,75% na ON e 0,98% na PN, enquanto Vale ON recuou 0,19%. Na ponta positiva do índice, Natura se destacou com alta de 16,46%, impulsionada pela venda da holding dos negócios da Avon Internacional. Entre os bancos, houve variações mistas.

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Setores afetados pelo cenário de juros

Ações de varejo e construção, como Cyrela, Magazine Luiza e MRV, foram influenciadas pelo comunicado do Copom, que não indicou redução dos juros no curto prazo. Isso tende a impactar negativamente esses setores, conforme apontou Gabriel Filassi, sócio da AVG Capital.

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Cenário cambial e moeda norte-americana

Apesar da resiliência do mercado local, o dólar fechou em alta de 0,34%, cotado a R$ 5,3191. A valorização da moeda americana ante outras divisas como euro, iene e libra pode resultar em uma fragilização global do dólar, favorecendo a diversificação para mercados emergentes, com os cortes de juros iniciados nos Estados Unidos.

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Em um panorama marcado pela expectativa de manutenção da Selic em patamares elevados e pelo início do ciclo de cortes nos EUA, os investidores monitoram atentamente os desdobramentos dos eventos econômicos tanto locais quanto internacionais e ajustam suas estratégias conforme as projeções para os mercados financeiros.

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