Ibovespa encerra em baixa devido à pressão da Petrobras, enquanto indústria e STF são monitorados de perto

Ibovespa fecha em queda pressionado por Petrobras com indústria e STF no radar

O principal índice do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa, encerrou o pregão desta quarta-feira em queda de 0,34%, atingindo 139.863,63 pontos. O volume financeiro totalizou R$17,75 bilhões, com Petrobras sendo uma das principais influências negativas.

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A queda dos preços do petróleo no mercado internacional impactou as ações da Petrobras, que recuaram 0,86% e 1,06%, respectivamente para PETR4 e PETR3. No setor, a BRAVA ON (BRAV3) teve o pior desempenho, com queda de 2,97%. A Petrobras também anunciou um plano para oferta de títulos globais.

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Apesar disso, Cosan se destacou positivamente, com alta de 8%, devido às expectativas relacionadas a um desfecho envolvendo a Raízen. A Cosan está avaliando possíveis interessados em uma transação para capitalização da empresa de combustíveis.

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No cenário internacional, o mercado financeiro também observou os dados sobre a produção industrial brasileira e o número de vagas de emprego nos Estados Unidos. Além disso, o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e outros réus no Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de golpe de Estado esteve em destaque.

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Os bancos brasileiros também foram afetados, com o ITAÚ UNIBANCO PN (ITUB4) caindo 0,87% e o BANCO DO BRASIL ON (BBAS3) recuando 0,69%. O setor financeiro enfrentou questionamentos do Departamento do Tesouro dos EUA relacionados às ações envolvendo a Lei Magnitsky.

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No mercado de minério de ferro, a VALE ON (VALE3) fechou com alta de 0,38%, em meio ao avanço dos preços na China. O contrato futuro mais negociado na Bolsa de Mercadorias de Dalian encerrou o dia com uma alta de 0,71%, a 777 iuans (US$108,63) a tonelada.

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Já a AMBEV ON (ABEV3) perdeu 2,14% após o IBGE indicar uma queda de 15,4% no volume de bebidas alcoólicas produzido no país em julho. Enquanto isso, a RD SAÚDE ON (RADL3) recuou 1,9%, refletindo preocupações com a potencial competição no varejo farmacêutico. A empresa fechou agosto com um ganho mensal de 30%.

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No mercado internacional, nos Estados Unidos, o índice S&P 500 fechou em alta de 0,51%. Os dados macroeconômicos mostraram que as vagas de emprego em aberto no país caíram mais do que o esperado em julho, o que alimentou expectativas de queda nos juros.

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Por fim, o mercado continua atento às movimentações de Brasília, com o segundo dia do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e outros réus no Supremo Tribunal Federal. A possibilidade de retaliação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, também gera apreensão entre os investidores.

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