O Ibovespa encerrou mais uma sessão com variação estreita, marcando 134.510,85 pontos, queda de 0,12%. O giro financeiro foi de R$ 15,5 bilhões, com a semana fechando em queda de 1,34% e o mês com ganho de 1,08%. No acumulado do ano, o índice da B3 registra alta de 11,83%.
O dia foi misto para as ações de primeira linha, com destaque para o setor bancário em baixa após recuperação parcial na quarta-feira. As principais ações de commodities também oscilaram: Vale teve alta de 0,85% e Petrobras apresentou variações, com queda de 0,09% na ON e ganho de 0,23% na PN no fechamento.
Na ponta ganhadora do Ibovespa, Braskem (+3,79%), RD Saúde (+2,01%) e Motiva (+1,92%) se destacaram. Já as maiores quedas ficaram por conta de Yduqs (-6,03%), Porto Seguro (-3,48%), Cemig (-3,19%) e Auren (-2,60%). Entre as instituições financeiras, as variações no fechamento oscilaram entre -0,86% (BB ON) e +0,11% (Itaú PN), com o BTG caindo 0,95%.
O mercado mostra cautela e aversão ao risco globalmente, refletindo a pressão dos juros futuros externos sobre os do Brasil. As expectativas para o discurso de Jerome Powell, presidente do Federal Reserve (Fed), no simpósio de Jackson Hole, impactam as apostas de corte nos juros pelo Fed na reunião de setembro.
O conselheiro econômico da Casa Branca, Peter Navarro, afirmou que Powell é contra o presidente Donald Trump, o que tem contribuído para a incerteza. Navarro ainda destacou que as decisões de Powell favorecem membros do Partido Democrata, gerando questionamentos sobre sua neutralidade e imparcialidade.
No cenário doméstico, o setor de bancos segue em um ambiente desafiador, com incertezas sobre possíveis sanções relacionadas à recente decisão do STF. O embate interno e externo em relação à aplicação da Lei Magnitsky dos EUA traz mais tensão ao mercado, refletindo em oscilações nas bolsas de valores.
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