O Ibovespa encerrou a última semana em queda, interrompendo cinco semanas consecutivas de valorização. O índice fechou em 154.770 pontos, variando entre 153.570 e 157.900 pontos. Mesmo com a baixa, ainda opera acima dos 150 mil pontos, mantendo em destaque a máxima histórica de 158.467 pontos. A quebra desse nível poderia impulsionar novas compras.
Observando o gráfico diário, verifica-se que o índice rompeu a média de 9 períodos e se aproxima da média de 21 períodos, indicando um fluxo corretivo. Para reverter o cenário, o Ibovespa precisaria recuperar 155.387 pontos e superar os 158.467 pontos. Isso abriria caminho para alvos em 158.710/160.251 pontos, com extensão para 161.761/163.696 pontos.
Por outro lado, a continuidade da correção depende da perda dos 153.570/152.367 pontos, o que poderia resultar em quedas em direção aos suportes de 147.578/144.880 pontos. O Índice de Força Relativa (IFR) encerrou a semana em 64,22, permanecendo em zona neutra.
No curto prazo, o gráfico de 60 minutos mostra pressão vendedora. O índice está abaixo das médias de 9 e 21 períodos, mantendo aberta a possibilidade de continuidade na queda. Para retomar o viés comprador, seria necessário romper a resistência em 154.915/155.490 pontos, seguida por 157.040 pontos e a máxima histórica em 158.467 pontos. Alcançando esses níveis, os próximos objetivos seriam de 159.230/159.650 pontos, com extensão para 160.170/161.000 pontos.
Em contrapartida, para uma intensificação do movimento de baixa, o Ibovespa precisaria perder os 153.570/152.367 pontos. Se esse suporte fosse rompido, o risco de queda aumentaria, com possíveis alvos em 150.965/149.975 pontos e, a longo prazo, na faixa de 148.770/147.545 pontos.
O mini-índice (WINZ25) encerrou a última sessão em queda de 0,34%, atingindo 156.440 pontos. Após quatro sessões negativas, o mini-índice mostrou recuperação intradiária e fechou acima das médias nos 15 minutos. No curtíssimo prazo, o comportamento entre o suporte em 156.185/155.845 e a resistência em 156.465/156.690 deve definir a direção inicial do pregão.
Já os contratos de minidólar (WDOZ25), com vencimento em dezembro, encerraram a última sessão em forte alta de 1,46%, cotados a 5.416,5 pontos. Após esse salto, o ativo rompeu médias importantes e indica viés comprador de curto prazo. As zonas-chave no gráfico de 15 minutos podem direcionar o movimento desta segunda-feira, com resistência em 5.422/5.432,5 pontos e suporte em 5.406,5/5.395,5 pontos.
Os contratos de Bitcoin (BITX25) encerraram a última sessão em queda de 4,13%, cotados a 460.300 pontos. No gráfico diário, o Bitcoin futuro permanece abaixo das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos, indicando viés negativo a curto prazo. O Índice de Força Relativa (IFR) está em 24,44, sinalizando zona de sobrevenda.
Para manter o fluxo de baixa, seria necessário romper 435.420/398.575 pontos, abrindo espaço para novas mínimas em 375.870/355.250 pontos e, a longo prazo, 323.590/308.425 pontos. Para uma recuperação, seria preciso ultrapassar 463.260/474.200 pontos, indicando repique comprador, com possíveis avanços em direção a 517.500/536.220 pontos e 569.500/622.550 pontos.
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