O mercado brasileiro encerrou a semana com tom positivo, impulsionado pelo ambiente externo favorável e pelo fluxo estrangeiro para ativos de risco. O Ibovespa renovou sua máxima histórica e se aproxima da marca simbólica de 150 mil pontos, refletindo a confiança dos investidores no cenário doméstico e global. O avanço das bolsas americanas e a diminuição das preocupações com a inflação contribuem para o movimento de busca por risco, beneficiando os mercados emergentes.
O Ibovespa acumula oito altas consecutivas, atingindo seu pico em 149.635 pontos, próximo à importante faixa de 150 mil pontos. O índice mantém-se acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, demonstrando um viés altista. No entanto, o Índice de Força Relativa (IFR) marca 73,44 pontos, indicando uma possível pausa no curto prazo.
Para manter o ritmo positivo, o Ibovespa precisa superar as resistências em 149.635 e 150.000 pontos, com alvos projetados em 150.640, 153.730 e 155.270 pontos. Por outro lado, uma quebra da mínima da última sessão pode acionar uma correção, com suportes em 148.770, 147.430, 144.881, 143.391 e 141.153 pontos.
Enquanto o dólar futuro segue pressionado e acumula uma queda expressiva no ano, o mercado internacional também se mostra favorável. O Nasdaq e o S&P 500 renovam topos históricos, impulsionados pelo desempenho das big techs e pela expectativa de cortes de juros pelo Federal Reserve. O Bitcoin, por sua vez, após atingir sua máxima histórica, perdeu força e opera em consolidação.
No caso do dólar futuro, o ativo mantém a tendência de baixa iniciada em 2024, acumulando uma queda de 18,39% em 2025. Já o gráfico diário indica a possibilidade de continuidade dessa trajetória, com a necessidade de romper suportes em 5.370 e 5.358 pontos para ampliar a queda.
Enquanto o S&P 500 renovou seu topo histórico em 6.920 pontos, o Nasdaq acumula sete meses consecutivos de ganhos, atingindo nova máxima em 26.182 pontos. Ambos os índices apresentam uma tendência de alta sustentada, acima das médias móveis, impulsionados pela desaceleração inflacionária nos EUA e a expectativa de cortes graduais de juros pelo Federal Reserve.
Para manter o movimento de alta, o S&P 500 precisa romper os 6.920 pontos, mirando 6.945, 7.050 e 7.100/7.235 pontos. Já o Nasdaq deve superar o topo histórico em 26.182 pontos para buscar novos alvos de alta.
Por outro lado, o Bitcoin opera em fase de consolidação após oscilações recentes. Após renovar sua máxima histórica em US$126.199, o ativo perdeu força e negocia dentro de um canal lateral. No entanto, mantém uma alta de mais de 17% em 2025, buscando retomar o movimento de alta ao superar os US$111.590.
Com a neutralidade refletida no gráfico diário do Bitcoin, os investidores aguardam a definição de uma nova tendência no mercado de criptomoedas. A perda de suportes em US$108.631/US$106.322 pode levar o BTC a testar novos patamares de correção, enquanto a superação de resistências aponta para a continuidade da alta.
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