O Ibovespa fechou o pregão desta quinta-feira em alta de 1,48%, atingindo 136.527,61 pontos, o maior índice desde 10 de julho. Essa retomada marca o quarto ganho consecutivo, algo que não era observado desde meados de maio.
A efetivação do "tarifaço" na quarta-feira trouxe impactos para os investidores, que retiraram prêmios de risco da curva de juros doméstica. Essa movimentação contribui para uma recuperação mais consistente do Ibovespa.
Mesmo em meio à volatilidade do mercado, analistas destacam a temporada de resultados das empresas, que tem trazido surpresas positivas. Isso tem compensado a instabilidade do cenário institucional e favorecido a recuperação dos preços dos ativos.
No pregão desta quinta-feira, as ações da Eletrobras (ELET3;ELET6) se destacaram com altas de 9,47% e 9,60%, respectivamente, impulsionando o Ibovespa. No entanto, empresas como Minerva, Hypera e Raízen apresentaram desvalorizações.
Especialistas apontam que a superação dos 135 mil pontos coloca o Ibovespa em uma região promissora, podendo testar marcas como 137 mil e até 140 mil pontos. A perspectiva de não retaliação do Brasil aos Estados Unidos também influenciou positivamente o mercado, segundo analistas.
Na semana, o Ibovespa acumula alta de 3,09%, enquanto no mês avança 2,60%. No ano, o índice acumula valorização de 13,50%. O dólar encerrou o dia cotado a R$ 5,42, com variação negativa. O giro financeiro nesta quinta-feira foi de R$ 23,9 bilhões.
Dessa forma, a retomada do Ibovespa acima dos 136 mil pontos reflete a expectativa positiva dos investidores em relação à recuperação econômica e aos resultados das empresas que compõem o índice. A manutenção desse cenário dependerá da estabilidade do mercado e das perspectivas para a economia global.
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