Na segunda-feira, o Ibovespa fechou em alta, renovando máximas históricas e chegando perto dos 148 mil pontos. O mercado foi impulsionado por discussões comerciais entre autoridades chinesas e norte-americanas, alimentando expectativas de um acordo entre as duas maiores economias do mundo. Este otimismo foi reforçado pelo encontro entre os presidentes Donald Trump e Xi Jinping, previsto para quinta-feira.
A bolsa paulista também foi influenciada por recordes em Wall Street e por novas melhoras nas previsões de inflação no Brasil. O Ibovespa avançou 0,55%, atingindo 146.969,1 pontos, com volume financeiro de R$16,488 bilhões. Destaque para MBRF (MBRF3), que disparou após acordo com o fundo soberano da Arábia Saudita.
Segundo o analista Nícolas Merola, da EQI Research, esta é uma semana crucial para os mercados, iniciando com um cenário positivo devido às expectativas para o encontro entre Trump e Xi. Além disso, a temporada de resultados no Brasil, com empresas como Vale, Bradesco, Ambev, Gerdau e Telefônica Brasil divulgando seus balanços, está sendo acompanhada de perto pelos investidores.
Alguns ativos se destacaram no pregão: MBRF3 teve alta de 6,45% após acordo com fundo soberano da Arábia Saudita. Já USIM5 saltou 10,53% após recuperação de queda anterior e sinalização de pagamento de dividendos. MGLU3 valorizou-se 5,45% após recuperação de perdas anteriores. Em contrapartida, RAIZ4 caiu 2,06% devido a preocupações com endividamento e BEEF3 recuou 0,42% após sequência de altas.
No setor bancário, BBAS3, ITUB4, BBDC4 e SANB11 apresentaram ganhos, com Bradesco e Santander divulgando resultados na quarta-feira. PETR4 subiu 0,54% acompanhando alta nos preços do petróleo e VALE3 cedeu 0,11% mesmo com perspectiva positiva para o minério de ferro. Fora do Ibovespa, AMBP3 teve expressiva alta de 34,62% devido a decisão favorável em caso de recuperação judicial.
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