Os contratos de minidólar (WDOX25), com vencimento em novembro, fecharam em baixa de 0,46%, cotados a 5.475 pontos, após declarações mais brandas de Jerome Powell, presidente do Federal Reserve. A fala indicando um possível fim do ciclo de aperto monetário nos EUA enfraqueceu o dólar globalmente, favorecendo moedas emergentes como o real.
No Brasil, investidores seguem atentos às falas do Banco Central e ao cenário fiscal. Ainda que o ambiente externo mais positivo traga alívio, a cautela persiste diante das incertezas internas.
No gráfico de 15 minutos, o minidólar encerrou abaixo das médias de 9 e 21 períodos, indicando enfraquecimento da força compradora. A resistência em 5.477/5.490 precisa ser rompida para que o ativo ganhe fôlego. Por outro lado, a perda da faixa de suporte em 5.465/5.450 pode intensificar a pressão vendedora.
No gráfico diário, o contrato apresenta um viés de correção e segue acima das médias de curto prazo. A superação da região de 5.493,5/5.560 pontos poderia impulsionar o preço para cima, enquanto a perda de suporte em 5.450/5.418 pode levar a uma queda mais acentuada.
No gráfico de 60 minutos, o minidólar também consolidou movimento negativo, operando abaixo das médias móveis de curto prazo. Para retomar a alta, é necessário romper a resistência em 5.490/5.509,5. Caso a fraqueza persista e o ativo perca o suporte em 5.454,5/5.418, a correção pode se aprofundar.
Assim, o cenário econômico internacional e a comunicação de autoridades monetárias seguem como os principais pontos de atenção para os investidores do minidólar. A volatilidade pode ser influenciada por eventos como o índice de atividade econômica IBC-Br e a continuidade das discussões sobre questões fiscais no Brasil.
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