GPA, Localiza, Cyrela: varejistas e construtoras despencam com salto de juros futuros

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Taxas dos DIs têm alta firme com tensões no Oriente Médio

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Lara Rizério

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03/03/2026 10h52 •

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Atualizado 8 minutos atrás

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As ações ligadas a varejo, consumo e construção civil lideram as perdas do Ibovespa na sessão desta terça-feira (3) com altas firmes ao longo de toda a curva, em meio è continuidade e intensificação do conflito no Oriente Médio, que vem pressionando os ativos globalmente diante da busca por segurança.

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Às 10h40 (horário de Brasília), o pior desempenho do dia foi de Pão de Açúcar (PCAR3), que caiu 7,94%, fechando a R$ 2,90. Além do cenário macro, a Fitch Ratings rebaixou o rating de A para CCC, com observação negativa, citando risco de refinanciamento, liquidez pressionada e fluxo de caixa livre negativo. A agência vê possibilidade de reestruturação da dívida.

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Logo em seguida aparecem Vamos (VAMO3), com baixa de 6,61% a R$ 4,10, e Localiza (RENT4), que recuou 6,44%, a R$ 46,64. Entre os piores desempenhos também estiveram: Raízen (RAIZ4): -6,15%, a R$ 0,61; Localiza ON (RENT3): -6,13%, a R$ 48,56; C&A (CEAB3): -6,03%, a R$ 12,00; Cyrela ON (CYRE4): -5,62%, a R$ 27,38; CSN (CSNA3): -5,46%, a R$ 7,96; MRV (MRVE3): -5,39%, a R$ 9,47, e Cyrela (CYRE3): -5,25%, a R$ 29,04.

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Na sequência, com quedas entre 4,5% e 5,2%, apareceram: Azzas (AZZA3): -5,11%, a R$ 25,09; Magazine Luiza (MGLU3): -5,01%, a R$ 8,73, e BTG Pactual (BPAC11): -4,91%, a R$ 58,09. Bradespar (BRAP4): -4,83%, a R$ 23,63; Yduqs (YDUQ3): -4,77%, a R$ 12,39; B3 (B3SA3): -4,76%, a R$ 17,61; Cosan (CSAN3): -4,71%, a R$ 5,87, e Direcional (DIRR3): -4,69%, a R$ 15,25.

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No mercado de juros futuros, às 10h30, a taxa do Depósitos Interfinanceiros (DI) para janeiro de 2028 estava em 12,87%, ante 12,69% do ajuste da véspera. Na ponta longa da curva, a taxa do DI para janeiro de 2035 marcava 13,54%, ante 13,39%.

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O mau humor nos mercados se intensificou diante da incerteza sobre a duração do conflito após ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã. O Catar suspendeu sua produção de gás natural liquefeito na segunda-feira, levando ao fechamento preventivo de instalações de petróleo e gás em todo o Oriente Médio. A produção do país representa cerca de 20% da oferta global.

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Na noite de segunda-feira, uma autoridade de alto escalão da Guarda Revolucionária Iraniana disse que o Estreito de Ormuz está fechado e que o Irã vai disparar contra qualquer navio que tentar passar.

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No exterior, o rendimento do Treasury de dez anos – referência global para decisões de investimento – subia 5 pontos-base, a 4,098% na manhã desta terça.

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“Com o câmbio pressionado e o petróleo em alta no radar, a curva de juros futuros brasileira abre de forma generalizada, com as taxas de DIs intermediários e longos rodando nas máximas do dia, em alinhamento à alta firme do dólar e dos Treasuries”, disse Otávio Araújo, consultor sênior da Zero Markets Brasil.

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Em segundo plano, na agenda econômica local, o IBGE divulgou dados do Produto Interno Bruto (PIB) que mostraram que a atividade econômica do Brasil teve expansão de 2,3% em 2025, mas terminou o ano quase estagnada no quarto trimestre e mostrou perda de força em relação a 2024.

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No ano, o resultado ficou abaixo do desempenho do PIB em 2024, de alta de 3,4%. A expectativa do governo era de alta de 2,3% em 2025. Já no quarto trimestre, o PIB teve alta de 0,1% sobre os três meses anteriores, em linha com a expectativa em pesquisa da Reuters.

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(com Reuters)

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Lara Rizério

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Editora de mercados do InfoMoney, cobre temas que vão desde o mercado de ações ao ambiente econômico nacional e internacional, além de ficar bem de olho nos desdobramentos políticos e em seus efeitos para os investidores.

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