Goldman Sachs prevê cenário favorável com desvalorização do dólar e valorização de moedas emergentes.

Goldman Sachs aponta tendência de dólar mais fraco e moedas emergentes em alta

O dólar deve perder valor nos próximos meses, segundo análise do Goldman Sachs. A fraqueza recente do mercado de trabalho nos EUA contribui para essa perspectiva, abrindo espaço para uma desvalorização gradual da moeda em relação a outros ativos globais.

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Fed e juros elevados favorecem moedas emergentes

O relatório do banco destaca que os cortes graduais da taxa de juros pelo Federal Reserve e os juros mais altos em países como Brasil e África do Sul são favoráveis para estratégias de carry trade em economias emergentes.

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Expectativas para o simpósio de Jackson Hole

O simpósio anual de Jackson Hole, promovido pelo Fed, poderá apresentar discursos semelhantes aos do ano anterior. A expectativa é que não haja sinais claros sobre os próximos passos da política monetária, mantendo abertura para potenciais cortes adicionais na taxa de juros de curto prazo.

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Fatores que influenciam o mercado de câmbio

Especulações e questões internas nos EUA, como a possibilidade de suspensão do relatório mensal de emprego, contribuem para a volatilidade do dólar no mercado de câmbio. A baixa liquidez e fatores externos, como expectativas de alta nos juros pelo Banco do Japão, também impactam a moeda americana.

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Moedas de mercados emergentes em destaque

O relatório destaca que as moedas de mercados emergentes têm apresentado desempenhos diversos em agosto. Enquanto o real e o rand sul-africano têm se valorizado, as moedas asiáticas e o peso mexicano mostraram resultados inferiores.

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Perspectivas para o peso mexicano

Apesar dos cortes de juros no México ao longo do ano, o peso tem se mantido relativamente estável, influenciado por fatores externos. O Goldman Sachs prevê que o Banco do México reduza o ritmo de cortes e que a moeda reaja de forma sensível às variações nos rendimentos dos títulos norte-americanos.

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Oportunidades para o real e o rand

Segundo o banco, o real e o rand ainda têm espaço para ganhos adicionais, impulsionados pelo retorno elevado e pela correlação com o yuan chinês. Estratégias de carry trade devem permanecer atrativas, principalmente enquanto o crescimento nos EUA ficar abaixo da tendência global.

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Com isso, a tendência é de um dólar mais fraco e de moedas emergentes em alta, refletindo as condições econômicas e a política monetária em diferentes países. A dinâmica do mercado de câmbio continuará sendo influenciada por uma série de fatores, que vão desde eventos externos até decisões dos bancos centrais ao redor do mundo.

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