O banco Goldman Sachs reiterou a recomendação de compra para as ações da Cogna (COGN3) e Ânima (ANIM3), com um preço-alvo de R$ 3,50 e R$ 4,80, respectivamente. Enquanto a Yduqs (YDUQ3) teve sua classificação mantida em neutra, com preço-alvo de R$ 15,50. Já os papéis da Ser Educacional (SEER3) e Cruzeiro do Sul (CSED3) também apresentaram alta, sem serem mencionados no relatório.
Segundo o relatório do Goldman Sachs, as empresas do setor educacional estão comprometidas com a geração de caixa, buscando reduzir a exposição a financiamentos privados e a alunos pouco engajados academicamente. Essa estratégia deve contribuir para uma reavaliação positiva do setor, à medida que o mercado recupera a confiança nessa abordagem.
Para a Cogna, o Goldman Sachs acredita que a ação ainda tem potencial de se beneficiar do impulso positivo de resultados e da redução de alavancagem ao longo do ano. O banco manteve suas estimativas de receita para a empresa, com uma visão mais positiva em relação às matrículas semipresenciais, após o novo marco regulatório para Educação a Distância (EaD).
O Goldman Sachs mostra otimismo em relação ao ciclo de matrículas de inverno da Kroton, prevendo um desempenho acima das estimativas anteriores. A empresa deve se beneficiar de campanhas de marketing mais robustas e do novo marco regulatório da EaD. A expectativa é de uma margem EBITDA ajustada de 33,9% para 2025, refletindo uma maior alavancagem operacional.
No caso da Ânima, o Goldman vê de forma positiva o processo gradual de desalavancagem em 2025, destacando que a empresa é negociada a um bom ponto de entrada, mesmo após uma valorização expressiva no ano. A margem EBITDA consolidada do 2T25 não trouxe surpresas, com a empresa focando em otimizar despesas para melhorar a experiência dos estudantes.
Para a Yduqs, o Goldman destaca que a empresa está bem posicionada para captar alunos, apoiada em sua marca consolidada e em campanhas de marketing robustas. Apesar de uma margem EBITDA ajustada no 2T25 abaixo do esperado, a previsão para 2025 permanece em 33,2%, com a expectativa de melhora na rentabilidade ao longo do ano. A empresa também deve atingir sua meta de FCFE para 2025.
Dessa forma, as empresas do setor educacional analisadas pelo Goldman Sachs apresentam perspectivas positivas em relação à geração de caixa, redução de exposição a financiamentos privados e melhorias na rentabilidade. Os investidores podem encontrar oportunidades de investimento em empresas como Cogna, Ânima e Yduqs, que estão buscando se adaptar às demandas do mercado e a novas regulamentações.
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