Goldman eleva ações do Bradesco e corta Santander; Itaú segue como compra e BB neutro

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De um modo geral, ao olhar para o 3T25, o Goldman projeta espera melhora gradual nos lucros do ITUB4 e do BBDC4, estável para o SANB11

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Lara Rizério

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14/10/2025 08h58 •

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Atualizado 2 minutos atrás

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O Goldman Sachs revisou a recomendação para o setor de bancos e elevou a recomendação para as ações do Bradesco (BBDC4) de venda para neutro, também elevando o preço-alvo de R$ 15 para R$ 17.

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Na visão dos analistas da casa, ao longo de 2025, o banco registrou geração de capital melhor do que o previsto, enquanto a lucratividade permanece em ritmo de recuperação gradual, apoiada por melhores NIMs (margem de juros líquida) ajustados ao risco e seguros.

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Enquanto isso, os analistas do banco cortaram a classificação do Santander Brasil (SANB11) de neutro para venda (também cortando o preço-alvo de R$ 28 para 26), pois antecipam tendências relativamente mais fracas em relação aos pares privados do banco brasileiro.

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“De fato, esperamos um crescimento mais lento do crédito do que os pares e vemos riscos de queda, com nossas estimativas de lucro líquido para 2026-2027 5% abaixo do consenso da Bloomberg”, avaliam Tito Labarta e equipe.

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Separadamente, os analistas mantiveram recomendação de compra para o Itaú (ITUB4) devido à sua forte lucratividade e a recomendação neutra para o Banco do Brasil (BBAS3), visto que ventos contrários parecem estar precificados na avaliação descontada da ação de 0,6 vez o preço sobre o valor patrimonial esperado para 2026.

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De um modo geral, ao olhar para o 3T25, o Goldman projeta espera melhora gradual nos lucros do ITUB4 e do BBDC4, estável para o SANB11 no período.

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“Esperamos expansão sequencial dos lucros dos bancos de grande capitalização no 3T25. Acreditamos que o Itaú continuará apresentando ROE [retorno sobre patrimônio líquido] superior em relação aos seus pares, com ROE de 22,4%. Enquanto isso, o Bradesco também deve apresentar a maior expansão dos lucros trimestrais entre seus pares (4% em relação ao trimestre anterior, contra 1% em relação aos seus pares). Por outro lado, acreditamos que o Santander Brasil deve apresentar lucros estáveis, já que o Margem Financeira Bruta (NII) do mercado permanece sob pressão”, apontam os analistas.

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Por fim, a visibilidade dos lucros do Banco do Brasil permanece nebulosa, dada a deterioração da carteira de crédito rural, principalmente em um trimestre com maior concentração de parcelas rurais. Dados mensais até julho sugerem nova contração dos lucros (observação), embora possa haver riscos de alta para esse número.

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A avaliação premium do Itaú, aponta o Goldman, é justificada por ROE e capital mais elevados. O Santander Brasil está sendo negociado com um leve prêmio em relação ao Bradesco, de 6,4x, contra 6,2x no P/L (preço sobre lucro) de 2026.

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No entanto, vê maiores obstáculos para os lucros, dado o crescimento relativamente mais lento dos empréstimos e o custo de risco ainda crescente do Santander Brasil. Dessa forma, vê maiores riscos de queda para as expectativas de consenso do Santander Brasil, o que justifica a sua recomendação de venda.

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Por outro lado, acredita que a lucratividade superior do Itaú, de 24%, com melhor índice de capital de 13,1%, justifica sua avaliação premium em relação ao Bradesco e ao Santander Brasil, em 7,8x.

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O banco aumentou em 2% sua estimativa de lucro líquido para 2025 para o Bradesco e o Santander Brasil, para R$ 25,0 bilhões e R$ 15,0 bilhões, respectivamente. “Nossa estimativa para o Itaú permanece praticamente inalterada, em R$ 47,1 bilhões, enquanto a estimativa de lucro líquido para o Banco do Brasil diminui 4%, para R$ 21,3 bilhões”, aponta.

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Principais PontosBradesco: Recuperação consistente da rentabilidade, ROE subindo de 9,6% (2023) para 14,6% (2025 esperados). Margens melhorando, custo de depósitos caindo, gestão de risco fortalecida e capital robusto.

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Santander Brasil: Crescimento de carteira de crédito mais lento que os pares, ROE próximo do pico, riscos de queda nos lucros, estimativas abaixo do consenso para 2026-2027.

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Itaú: Mantém rentabilidade superior (ROE 24%), melhor índice de capital (13,1%), justificando valuation premium.

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Banco do Brasil: Lucros incertos devido à deterioração da carteira rural, mas valuation já reflete riscos.

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Veja as recomendações:

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NomeTickerRecomendação AnteriorRecomendação AtualPreço-Alvo Anterior (R$)Preço-Alvo Atual (R$)Banco do BrasilBBAS3NeutroNeutro20,021,0BradescoBBDC4VendaNeutro15,017,0Itaú UnibancoITUB4CompraCompra42,043,0Santander BrasilSANB11NeutroVenda28,026,0

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Editora de mercados do InfoMoney, cobre temas que vão desde o mercado de ações ao ambiente econômico nacional e internacional, além de ficar bem de olho nos desdobramentos políticos e em seus efeitos para os investidores.

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