Fluxo estrangeiro na B3 soma 16 bi em fevereiro e totaliza R$ 42,5 bi em 2026

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Mesmo retirando o efeito de operações estruturadas, o fluxo é essencialmente de mercado secundário, compra líquida de ações já listadas

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Lara Rizério

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04/03/2026 18h12 •

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Atualizado 3 minutos atrás

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Painel eletrônico mostra cotações na B3 10/07/2025 REUTERS/Alexandre Meneghini

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O investidor estrangeiro seguiu a injeção de capital na Bolsa brasileira neste ano sendo que, apenas entre janeiro e fevereiro, o saldo líquido de recursos externos na B3 foi R$ 42,56 bilhões, considerando aportes em IPOs e follow-ons. Conforme destaca a Elos Ayta, de forma a dimensionar o tamanho do movimento, este montante equivale ao valor de mercado da RD Saúde (RADL3) hoje ao redor de R$ 41,8 bilhões.

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Conforme ressalta a Elos Ayta, O mês de janeiro concentrou R$ 26,47 bilhões de entrada líquida, montante próximo ao valor de mercado da Klabin (KLBN11), avaliada em torno de R$ 24,4 bilhões. Já fevereiro registrou R$ 16,09 bilhões, praticamente o valor de mercado da Comgás, estimado em R$ 16,17 bilhões.

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Em termos históricos, janeiro de 2026 foi o maior fluxo mensal desde janeiro de 2022 (base disponível), considerando IPOs e follow-ons. Fevereiro aparece como o oitavo melhor mês do período.

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Se desconsiderar ofertas primárias e subsequentes, o quadro muda pouco. O saldo de 2026 até fevereiro fica em R$ 42,41 bilhões, valor muito próximo a todo o ano de 2023, quando o fluxo foi de R$ 44,85 bilhões. Nessa configuração, 2022 continua como o recordista absoluto desde 2016, com R$ 100,82 bilhões.

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Mesmo retirando o efeito de operações estruturadas, o fluxo é essencialmente de mercado secundário, compra líquida de ações já listadas.

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“O número impressiona por três razões”, avalia a Elos Ayta. Primeiro, porque já é 1,58 vez superior a todo o fluxo registrado em 2025, quando o ano fechou com entrada líquida de R$ 26,87 bilhões. Segundo, porque coloca 2026, ainda em fevereiro, em patamar próximo a anos inteiros considerados fortes para a bolsa. E terceiro, porque revela uma mudança de intensidade no comportamento do capital internacional.

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Editora de mercados do InfoMoney, cobre temas que vão desde o mercado de ações ao ambiente econômico nacional e internacional, além de ficar bem de olho nos desdobramentos políticos e em seus efeitos para os investidores.

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