O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou na quinta-feira o encerramento de todas as negociações comerciais com o Canadá, após acusar o país de propagandas fraudulentas envolvendo o ex-presidente Ronald Reagan.
No início deste ano, Trump impôs tarifas sobre o aço, alumínio e automóveis canadenses, desencadeando uma série de retaliações por parte de Ottawa. Ambos os países estavam em negociações para tentar chegar a um acordo, principalmente nos setores de aço e alumínio.
O primeiro-ministro do Ontário, Doug Ford, revelou que um anúncio antitarifas de sua província despertou a atenção de Trump. O anúncio mostrava o ex-presidente Reagan criticando as tarifas sobre produtos estrangeiros, o que desagradou o atual presidente dos EUA.
A Fundação Presidencial Ronald Reagan emitiu uma declaração contestando o uso seletivo de áudio e vídeo do ex-presidente no anúncio do governo do Ontário. A fundação afirmou estar estudando medidas legais sobre o caso.
A guerra comercial iniciada por Trump resultou em aumento das tarifas nos EUA para níveis não vistos desde a década de 1930, gerando preocupações entre empresas e economistas. O Canadá e outros países foram impactados por essa escalada de tensões comerciais.
O primeiro-ministro canadense, Mark Carney, afirmou que o Canadá não permitirá injustiças dos EUA em seus mercados caso as negociações comerciais falhem. No próximo ano, está prevista a revisão do acordo de livre comércio de 2020 entre os EUA, o Canadá e o México.
Com a incerteza em relação ao desfecho das negociações comerciais entre EUA e Canadá, a geopolítica comercial na América do Norte permanece em destaque. Os desdobramentos das ações de Trump e as possíveis reações do governo canadense continuarão a ser acompanhados de perto pelos mercados e pela comunidade internacional.
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