O influenciador digital Felca compartilhou detalhes sobre a produção do vídeo “Adultização”, que aborda a exposição e sexualização indevida de menores em conteúdos online. Com mais de 50 milhões de visualizações no YouTube, o vídeo denuncia casos alarmantes relacionados à prática.
Em entrevista ao programa Conversa com Bial da TV Globo, Felca revelou que dedicou cerca de um ano para a pesquisa e elaboração do conteúdo devido à sensibilidade do tema. O trabalho no roteiro exigiu pausas frequentes, já que o influenciador não conseguia se concentrar por mais de 30 minutos seguidos.
No vídeo, um dos casos destacados por Felca envolve uma mãe que utilizava a imagem da filha menor para criar e comercializar conteúdo em plataformas privadas. O influenciador ressaltou que a própria família estava envolvida na exposição e sexualização da criança, considerando esse caso como um dos mais impactantes abordados.
O conteúdo do vídeo também expôs perfis e práticas suspeitas que envolvem a exposição de menores nas redes sociais, citando nomes como o influenciador Hytalo Santos. Após a divulgação do vídeo, Hytalo Santos foi preso sob acusações de tráfico de pessoas e exploração de menores.
Questionado sobre a prisão de Hytalo Santos, Felca afirmou ter recebido a notícia de forma neutra, destacando que a justiça estava cumprindo o seu papel. O influenciador ressaltou que o maior impacto do vídeo foi o debate provocado, com famílias assistindo juntas e vítimas em busca de ajuda.
Apesar de estar recebendo ameaças de morte devido ao seu posicionamento, Felca afirmou que continuará abordando assuntos relevantes. Para garantir a sua segurança, o influenciador investiu em proteção particular, incluindo um carro blindado.
A repercussão do vídeo produzido por Felca trouxe à tona a discussão sobre a exposição e sexualização de menores em conteúdos online. A abordagem desses casos suspeitos despertou o alerta para a importância de combater a adultização de crianças e adolescentes nas redes sociais.
A atuação do influenciador não apenas expôs práticas condenáveis, mas também incentivou vítimas a buscarem ajuda e provocou uma reflexão nas famílias sobre a importância de proteger a integridade e a privacidade dos menores diante do ambiente digital.
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