Expectativa de alívio do Fed impulsiona recordes em bolsas de Nova York

Bolsas de Nova York renovam recordes impulsionadas por expectativas de alívio do Fed

As bolsas de valores de Nova York encerraram em alta nesta quinta-feira, com os três principais índices atingindo novas máximas recordes. O otimismo dos investidores tem sido impulsionado pela expectativa de corte de juros pelo Federal Reserve (Fed), o banco central dos Estados Unidos.

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O Índice Dow Jones fechou em alta de 1,36%, alcançando 46.108,00 pontos, enquanto o S&P 500 avançou 0,85%, chegando a 6.587,47 pontos. Já o Nasdaq registrou uma alta de 0,72%, atingindo os 22.043,07 pontos. Todos os índices alcançaram recordes ao longo do dia e no fechamento do mercado.

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Apesar da aceleração do índice de preço ao consumidor (CPI) em agosto, os dados foram ofuscados pelo aumento significativo nos pedidos de auxílio-desemprego nos Estados Unidos. Os pedidos de auxílio-desemprego saltaram 27 mil na semana até 6 de setembro, totalizando 263 mil solicitações, acima da previsão dos analistas.

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No cenário das ações, a Warner Brothers registrou uma valorização de 29% após a divulgação de uma possível oferta de compra pela Paramount. Por outro lado, a Oracle, que havia apresentado forte alta na quarta-feira, teve um recuo de 6,27% nesta quinta-feira.

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Destaque para a empresa Figure, cujas ações dispararam 24,4% em sua estreia na Nasdaq. A Figure utiliza tecnologia blockchain para auxiliar na geração de linhas de crédito com garantia imobiliária, fixando o preço de suas ações no IPO acima da faixa esperada.

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Além disso, a Opendoor teve um salto de 79,5% após a nomeação de Kaz Nejatian, atual diretor de operações da Shopify, para CEO da empresa.

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O mercado acionário brasileiro também acompanhou o cenário internacional, com o Ibovespa renovando máximas e testando os 144 mil pontos pela primeira vez. O índice fechou em alta de 0,56%, a 143.150,03 pontos, chegando a alcançar os 144.012,5 pontos durante a sessão.

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O dólar fechou abaixo de R$ 5,40, refletindo as expectativas de corte de juros nos Estados Unidos. O mercado estava atento aos índices de preços ao consumidor e aos pedidos de auxílio-desemprego, que influenciaram as decisões dos investidores.

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Em meio a um cenário de otimismo e expectativas de políticas de estímulo econômico, os mercados financeiros continuam a registrar movimentos expressivos, impulsionados por dados econômicos e notícias corporativas que impactam diretamente a tomada de decisão dos investidores.

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