Europa: Bolsas encerram em baixa devido à pressão de Airbus e setor de defesa

Bolsas da Europa fecham em queda por pressão em empresas de defesa

As bolsas da Europa fecharam em queda nesta segunda-feira, 1º de dezembro, influenciadas pelo desempenho negativo da Airbus após o recall de aeronaves e perdas em empresas ligadas à indústria de defesa. O clima de tensão se dá em meio às negociações para alcançar um cessar-fogo entre Rússia e Ucrânia.

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Em Londres, o FTSE 100 encerrou com queda de 0,18%, enquanto o DAX, em Frankfurt, recuou 1%, e o CAC 40, em Paris, perdeu 0,32%. Em Milão, o FTSE MIB cedeu 0,22%, e em Madri, o Ibex 35 subiu 0,11%. Em Lisboa, o PSI 20 recuou 0,04%. Os números são preliminares.

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Na bolsa alemã, a Rheinmetall registrou uma queda de 2,2%, refletindo a pressão do setor de defesa na Europa devido ao avanço nas negociações para paz na Ucrânia. O índice de aeroespaço e defesa do Stoxx 600 também recuou 2,88%, destacando-se o tombo nas ações da Airbus, que caíram 5,8% após conclusão de reparos na linha A320.

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Enquanto isso, investidores acompanharam um acordo preliminar entre os EUA e o Reino Unido, que isentou tarifas sobre produtos farmacêuticos britânicos na Seção 232, condicionado à redução dos preços dos medicamentos. No entanto, o anúncio teve pouco impacto sobre as ações de farmacêuticas britânicas, com a Astrazeneca encerrando o dia com queda de 1,1%.

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Por outro lado, o subíndice de recursos básicos europeu apresentou alta de 0,8%, seguindo os ganhos de ouro, prata e alguns metais básicos, como o cobre, no mercado de commodities. Ainda assim, Frankfurt liderou as perdas dos mercados europeus, com uma queda mais acentuada ao longo da sessão, enquanto os demais índices oscilaram em baixas mais moderadas.

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O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, reuniu-se com autoridades europeias para elaborar uma nova proposta visando o cessar-fogo entre Rússia e Ucrânia, com o presidente russo, Vladimir Putin, previsto para se encontrar com o enviado especial dos EUA, Steve Witkoff, na terça-feira.

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O clima de incerteza e as repercussões das negociações geopolíticas continuam a influenciar os mercados europeus, que seguem atentos às movimentações e desdobramentos desses acordos, refletindo diretamente no desempenho das bolsas e das empresas relacionadas aos setores afetados.

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