Estados Unidos e Israel condenam atuação de membros da ONU na crise de Gaza

EUA e Israel criticam funcionários da ONU por postura na guerra de Gaza

Estados Unidos e Israel enviaram cartas à ONU questionando a imparcialidade de seus funcionários em relação à guerra de Gaza. O protesto ocorreu em Genebra, com centenas de funcionários da organização carregando cartazes em memória dos colegas mortos no conflito. As cartas criticam a postura da ONU, alegando tensões crescentes entre a organização e os EUA, principal financiador.

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Tensões entre EUA, Israel e ONU

Os EUA se desligaram do Conselho de Direitos Humanos da ONU devido à suposta posição anti-Israel. O embaixador de Israel na ONU em Genebra denunciou o evento realizado pelos funcionários, alegando que não devem participar de atividades políticas. Por sua vez, os organizadores negaram cunho político, afirmando que a homenagem era para agradecer e recordar os colegas mortos em Gaza.

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Reclamações sobre neutralidade

Os representantes de Israel e dos EUA reclamaram sobre um briefing online com uma especialista da ONU que criticou Israel, resultando em sanções americanas. Alegaram que a participação dos funcionários da ONU na reunião representaria uma violação da neutralidade da organização. A missão diplomática dos EUA em Genebra preferiu não comentar, e a ONU não se pronunciou imediatamente.

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Perdas de funcionários da ONU em Gaza

Desde o início do conflito entre Israel e Hamas, em outubro de 2023, mais de 540 trabalhadores humanitários foram mortos em Gaza, incluindo 373 membros e funcionários da ONU. Essas perdas são consideradas sem precedentes nos 80 anos de história da organização. A administração da ONU solicitou aos funcionários que permaneçam imparciais em relação ao conflito, conforme os Padrões de Conduta adotados pela organização.

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Aviso sobre atividades políticas

Os funcionários da ONU receberam um memorando confidencial pedindo que evitassem atividades políticas relacionadas ao conflito em Gaza. Foi destacado que as associações de funcionários não devem promover atividades de natureza política para evitar riscos para a organização. Houve preocupações quanto à aplicação das regras das Nações Unidas e do direito humanitário diante da falta de neutralidade percebida.

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Diante dos protestos e das queixas de países envolvidos no conflito, a ONU tenta manter a ordem e a imparcialidade em meio à escalada de tensões na guerra de Gaza. Enquanto os funcionários buscam homenagear os colegas mortos, a organização enfrenta desafios para garantir sua neutralidade e lidar com as pressões políticas advindas do conflito.

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