Equipe jurídica de Bolsonaro busca diminuir sentença para 27 anos: saiba o que vem por aí no processo

Defesa de Bolsonaro busca reduzir pena de 27 anos por tentativa de golpe

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro protocolou um recurso contra a decisão da 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal que o condenou a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado. O pedido foi feito por meio de embargos de declaração, alegando omissões, contradições e obscuridades na decisão.

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Os advogados de Bolsonaro buscam a redução da pena, argumentando que houve cerceamento de defesa, acesso parcial a provas, e a condenação baseou-se em presunções e delações contestadas. O recurso seguirá para o ministro relator do caso, Alexandre de Moraes, que encaminhará à Procuradoria-Geral da República para parecer.

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Próximos passos da ação no STF

Após análise preliminar do relator, o caso deve retornar à 1ª Turma do STF, que realizará o julgamento em plenário virtual, onde os ministros registram seus votos sem debate presencial. O entendimento do STF é que embargos de declaração não permitem reexame de mérito, tornando mínimas as chances de revisão da pena de Bolsonaro.

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Caso não haja alteração na decisão, a defesa pode apresentar embargos infringentes, levando o caso ao plenário do STF. No entanto, esse recurso só é aceito com pelo menos dois votos pela absolvição, o que não ocorreu no caso de Bolsonaro.

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Etapas até a execução da pena

Após a análise dos recursos, o processo seguirá para a fase de trânsito em julgado, sem mais possibilidades de apelação. Nesse momento, inicia-se a execução penal, com o cumprimento efetivo da pena. Bolsonaro encontra-se em prisão domiciliar desde agosto, por decisão do ministro Alexandre de Moraes, devido a acusações de interferência em investigações.

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O ex-presidente foi condenado junto a outros réus do chamado "núcleo 1" da tentativa de golpe, por cinco crimes, incluindo organização criminosa armada e abolição violenta do Estado Democrático de Direito. Bolsonaro teve a pena mais alta entre os condenados, sendo que apenas o ministro Luiz Fux votou pela absolvição do ex-presidente e de outros seis réus.

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Este desdobramento na tentativa de redução da pena de Bolsonaro traz à tona questões sobre o processo judicial e o futuro do ex-presidente. A análise dos recursos e a execução da pena continuarão a ser acompanhadas de perto pelos envolvidos e pela opinião pública.

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