A Embraer está confiante de que ainda pode vender seus jatos regionais E2 para companhias aéreas dos Estados Unidos, apesar das tarifas que complicam a negociação de um primeiro acordo. A empresa escapou de um revés ao ser isenta de uma tarifa de 50% sobre importações brasileiras, mas ainda enfrenta uma taxa de 10% imposta anteriormente.
A Embraer tem como objetivo apresentar o E195-E2 como uma opção complementar para companhias aéreas americanas, porém, ainda não conseguiu realizar vendas significativas no mercado dos EUA. Enquanto isso, a concorrência com o Airbus A220, que tem linha de montagem nos EUA, representa um desafio para a família E2 da Embraer.
A defesa da Embraer por tarifas zero na aviação e aeroespacial, especialmente após um acordo entre os EUA e a União Europeia isentar aeronaves de tarifas, destaca a busca por condições equitativas de competição. O retorno às regras de tarifa zero é reforçado pela necessidade de manter a competitividade no mercado.
A Embraer destaca sua contribuição para os Estados Unidos, como a geração de empregos locais e planos de compra de produtos americanos. Além disso, a empresa ressalta a possibilidade de uma linha de montagem nos EUA para o avião KC-390, destinado à Força Aérea Brasileira e concorrente do C-130 Hercules, da Lockheed Martin.
Acompanhando os esforços da Embraer para conquistar espaço nos EUA, a empresa tem reforçado sua equipe e ajustado estratégias para obter sucesso no mercado. A busca por parceiros relevantes e a apresentação do caso a autoridades americanas são maneiras de abrir caminho para novos negócios no país.
Diante dos desafios das tarifas e da concorrência acirrada no mercado aeroespacial dos Estados Unidos, a Embraer mantém sua determinação em expandir sua presença e fechar novos negócios. Com estratégias específicas e argumentos sólidos, a empresa busca demonstrar sua relevância e fortalecer suas relações comerciais no país.
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