Embraer enfrenta desafios: tarifas dos EUA causam impacto de 20% no 2º trimestre, mas empresa mantém negociações ativas

Embraer enfrenta impactos das tarifas dos EUA

A Embraer projeta que o impacto da tarifa norte-americana de 10% no setor de aviação brasileiro será de US$ 65 milhões ao longo de 2025, com 20% desse valor já realizado até o 2º trimestre do ano. As ações da companhia permanecem estáveis, apesar do prejuízo ajustado de R$ 53,4 milhões registrado no mesmo período.

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Executivos da Embraer ressaltaram que não houve impactos das tarifas nos custos de insumos, mantendo a relação harmoniosa com os principais fornecedores. O CEO da empresa, Francisco Gomes Neto, demonstrou otimismo ao destacar a expectativa de uma possível alíquota zero para o setor no Brasil, seguindo exemplos de outros países.

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Negociações e isenção de tarifas adicionais

As discussões sobre as implicações das tarifas norte-americanas dominaram a teleconferência de resultados da Embraer. A diretoria se mostra esperançosa quanto a um desfecho positivo para a reversão das sanções dos EUA sobre o Brasil. A empresa obteve isenção da tarifa adicional de 40%, que passaria a valer na semana seguinte, mantendo a tarifa de 10% anunciada anteriormente.

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Desafios para o segundo semestre

Apesar de afirmar que não há planos de redução do quadro de pessoal devido à diminuição da produção, a Embraer prevê desafios para o segundo semestre, como pressões inflacionárias, volatilidade cambial e os impactos das tarifas dos EUA. O CEO ressaltou a incerteza em relação aos próximos trimestres, destacando a necessidade de manter o guidance e possíveis ajustes conforme a evolução do cenário.

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Resultados do 2º trimestre e projeções para 2025

O trimestre foi considerado sólido pela companhia, com a maior receita da história para um segundo trimestre. As receitas totalizaram R$ 10,3 bilhões, representando um aumento de 30,9% em relação ao mesmo período do ano anterior. Para o restante do ano, a expectativa é de alcançar entre US$ 7 bilhões e 7,5 bilhões em receitas, com foco na redução do custo de capital e alongamento do prazo das dívidas.

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Novas encomendas e parcerias em vista

A Embraer demonstrou otimismo quanto às novas encomendas, especialmente para os jatos E2, e indicou que não espera grandes pedidos de E175 para o restante do ano. Além disso, a empresa está em negociação com um parceiro relevante para a produção local da aeronave militar C-390 nos EUA, caso consiga introduzi-la no mercado.

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