Elevação dos juros futuros: reação à postura de Trump em relação à Europa

Juros Futuros sobem com tensões entre Trump e Europa

As taxas dos DIs apresentaram alta nesta terça-feira, acompanhando o movimento dos rendimentos dos Treasuries no exterior. O avanço ocorreu em meio às ameaças tarifárias do presidente dos EUA, Donald Trump, à Europa, relacionadas à possível aquisição da Groenlândia, que atualmente pertence à Dinamarca.

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No fechamento do dia, a taxa do DI para janeiro de 2028 estava em 13,205%, o que representa um aumento de 7 pontos-base em relação ao ajuste anterior de 13,14%. Já a taxa do DI para janeiro de 2035 fechou em 13,82%, com um acréscimo de 11 pontos-base em comparação ao ajuste anterior de 13,708%.

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O presidente Trump, que manifestou sua intenção de impor tarifas comerciais a oito países europeus no último fim de semana, continuou sua pressão na segunda-feira em relação à Groenlândia. O objetivo é que a ilha passe para o controle norte-americano, o que gerou tensão e potencial retaliação por parte da União Europeia.

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Diante desse cenário, o representante comercial dos EUA, Jamieson Greer, afirmou que o uso de tarifas como forma de pressão geopolítica é apropriado, intensificando a tensão no mercado financeiro global.

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A persistência de Trump em adquirir a Groenlândia resultou em um movimento de fuga de ativos norte-americanos, incluindo a venda de Treasuries, o que provocou aumento nos rendimentos dos títulos. Como consequência, as taxas dos DIs no Brasil também registraram elevações expressivas, com impacto no dólar e na curva de juros.

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Durante a sessão, a notícia da autorização dada pelo ministro do STF, Alexandre de Moraes, para que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, visitasse o ex-presidente Jair Bolsonaro, preso em Brasília, gerou oscilações no mercado. A especulação sobre o ingresso de Tarcísio na disputa eleitoral contribuiu para a sensibilidade do mercado, que reagiu de forma variada ao desenrolar dos acontecimentos.

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No cenário internacional, os rendimentos dos Treasuries continuaram em alta, pressionados pela fuga de ativos norte-americanos e por turbulências no mercado de títulos japonês. O rendimento do Treasury de dez anos, referência global para decisões de investimento, apresentou um acréscimo de 6 pontos-base, atingindo 4,287%, enquanto o retorno do título de 30 anos registrou um avanço de 8 pontos-base, chegando a 4,916%.

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Diante das incertezas geopolíticas envolvendo os EUA, Europa e a situação dos mercados financeiros internacionais, os investidores permanecem atentos às próximas movimentações e impactos nos juros futuros e nas bolsas de valores ao redor do mundo.

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