O valor do dólar comercial apresentou leve baixa frente ao real nesta quinta-feira, fechando a R$ 5,41821, uma variação de 0,29%. Durante todo o dia, a moeda oscilou em uma faixa estreita, com os investidores atentos aos movimentos do dólar norte-americano no mercado externo e sem impactos significativos na agenda doméstica.
Na B3, o contrato de dólar futuro teve queda de 0,28%, sendo negociado a R$ 5,423 na venda.
O desempenho do real em relação ao dólar foi diretamente influenciado pela performance da moeda dos Estados Unidos no exterior. Pela manhã, enquanto o dólar ganhava força globalmente, o real teve perdas ante a divisa americana. Nesse momento, atingiu o valor máximo do dia, de R$ 5,4574, um acréscimo de 0,43%.
Os investidores ajustaram suas posições após dias de desvalorização do dólar, impulsionados pelas expectativas de redução nas taxas de juros pelo Federal Reserve e pela interferência de Donald Trump no banco central dos EUA.
Durante a sessão, as preocupações em torno da tentativa de Trump de demitir a diretora do Fed, Lisa Cook, pressionaram as negociações. Isso ocasionou em mudanças na direção do dólar a nível global, favorecendo a moeda brasileira.
Na mínima do dia, o dólar atingiu R$ 5,415 (-0,35%), às 14h38, refletindo a incerteza sobre a política monetária nos Estados Unidos e a independência do banco central americano.
O mercado doméstico teve pouca influência de fatores locais, apesar de uma agenda movimentada. Destaques para a fala do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, sobre a inflação e a manutenção da taxa Selic em 15% por um período prolongado.
No cenário econômico, o relatório do Caged mostrou a abertura de 129.775 vagas formais de trabalho em julho, resultado abaixo das expectativas.
O índice do dólar, que mede o valor da moeda dos EUA em relação a outras seis moedas, teve uma queda de 0,05%, chegando a 98,216.
Entre a mínima e a máxima do dia, o dólar teve uma variação de apenas 4 centavos em relação ao real, refletindo um dia de ajustes e volatilidade no mercado cambial.
O Brasil registrou um fluxo cambial negativo de US$ 1,833 bilhão em agosto até o dia 22, segundo dados do Banco Central.
O dólar comercial encerrou o dia em queda, refletindo a influência dos movimentos da moeda americana no exterior. Com investidores atentos à política monetária nos EUA e a intervenções de Donald Trump, o mercado global teve impacto na moeda nacional. A agenda doméstica movimentada e as perspectivas econômicas internas também contribuíram para a oscilação da moeda ao longo do dia.
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